mapas da pesquisa consciencial

MAPAS DA PESQUISA CONSCIENCIAL

Escalas, veículos, campos de investigação e pesquisadores do macrocosmo ao extrafísico

Nos dois artigos anteriores propus um exercício essencialmente exploratório. Em “Do Macrocosmo ao Quântico — Uma hipótese consciencial sobre aquilo que os grandes cientistas poderiam ter percebido fora do corpo”, partimos da possibilidade de a consciência, em diferentes graus de projeção astral ou mental, perceber estruturas da realidade física que depois seriam traduzidas pelo cérebro em ciência. No artigo seguinte, “Quando a Consciência Estuda a Própria Consciência — Do Laboratório ao Extrafísico”, mudamos o objeto da pesquisa: o corpo mental deixa de ser considerado apenas como possível instrumento de investigação da matéria e passa a ser estudado como instrumento para investigar a própria consciência, seus veículos, suas experiências e o extrafísico.

Este terceiro texto funciona como uma síntese visual dos dois anteriores. Não pretende substituir a argumentação desenvolvida neles. Ao contrário, organiza as principais ideias em tabelas para permitir uma visão rápida do conjunto, facilitar comparações e mostrar como as diferentes escalas se conectam.


DO MACROCOSMO AO QUÂNTICO

No primeiro artigo, a pergunta central foi simples: se admitirmos, apenas como hipótese consciencial, que alguns cientistas possam ter vivido experiências projetivas ou mentalsomáticas, que faixa da realidade cada um poderia ter percebido com maior facilidade?

A proposta resultou na Escala de Varredura Consciencial da Realidade – EVCR.

FaixaNome propostoCampo de percepção ou investigaçãoExemplos de cientistas associados
V1CósmicaUniverso em larga escala, estrutura e evolução cósmicaEinstein, Lemaître, Friedmann, Hubble
V2Estelar-GalácticaEstrelas, sistemas estelares, galáxias e grandes estruturasHubble e astrônomos/cosmólogos
V3Orbital-PlanetáriaÓrbitas, ciclos, sistemas planetários e relações Sol-planetasCopérnico, Kepler, Newton
V4MorfomecânicaMáquinas, formas, corpos, deslocamentos e mecanismosArquimedes, Leonardo, Galileu, Tesla
V5Campal-EnergéticaCampos, eletricidade, magnetismo, indução e ondasFaraday, Maxwell, Tesla
V6Espaço-TemporalEspaço, tempo, luz, movimento, referenciais e gravidadeEinstein, Minkowski
V7MolecularEstruturas e relações molecularesQuímicos e físicos moleculares
V8AtômicaEstrutura do átomo, níveis energéticos e organização interna da matériaRutherford, Bohr
V9SubatômicaElétrons, núcleos e partículasRutherford, Bohr e físicos de partículas
V10Quântico-OndulatóriaQuanta, ondas de matéria, função de onda e probabilidadesPlanck, de Broglie, Schrödinger
V11Quântico-RelacionalRelações abstratas, complementaridade, incerteza e interaçõesHeisenberg, Dirac, Feynman
V12Transescalar ou PrincipiológicaPrincípios que atravessam várias escalas da NaturezaNewton, Maxwell, Einstein, Dirac

A EVCR não é uma escala evolutiva. V12 não significa que alguém seja espiritualmente superior a quem trabalha em V3. Estamos falando apenas de alcance e natureza da percepção investigativa. Um telescópio não é superior a um microscópio. Ele simplesmente trabalha em outra faixa.


TRÊS MODOS HIPOTÉTICOS DE PERCEPÇÃO PROJETIVA

Ainda no primeiro artigo distinguimos três modalidades didáticas. Elas não pretendem dividir rigidamente experiências reais, que provavelmente podem se misturar, mas ajudam a compreender a diferença entre perceber formas, movimentos e ambientes e perceber relações muito mais abstratas.

ModoVeículo ou processo predominanteCaracterística da percepção
A — AstralPsicossomaForma, espaço, movimento, energia, ambiente, direção e fluxo
M — MentalCorpo mentalRelações, síntese, simultaneidade, abstração e compreensão sem forma definida
H — HíbridoAstral + MentalImagens e estruturas acompanhadas ou seguidas de compreensão abstrata

O modo astral tenderia a conservar maior espacialidade e figurabilidade. O modo mental, na hipótese adotada, permitiria apreensões mais relacionais, abstratas e sintéticas. O híbrido seria provavelmente muito comum, pois uma experiência poderia começar com imagens e terminar como compreensão, ou ocorrer o contrário.


OS CIENTISTAS DENTRO DA HIPÓTESE

A tabela seguinte não afirma que esses pesquisadores tiveram projeções conscientes. Ela resume a hipótese construída no primeiro artigo: se tivessem vivido experiências extrafísicas relacionadas às suas áreas de investigação, que modalidade pareceria mais compatível com a natureza de seu trabalho?

CientistaFaixa EVCR predominanteModo projetivo hipotéticoTipo de percepção proposto
KeplerV3A/HÓrbitas, proporções, ciclos e geometria planetária
NewtonV3 / V12H/MPrincípio comum ligando fenômenos terrestres e celestes
FaradayV5A/HCampos, linhas de força, fluxo e indução
MaxwellV5 / V12H/MEstrutura matemática unificada dos campos
TeslaV4 / V5A/HCampos, rotação, ressonância e transformação em máquinas
EinsteinV6 / V1 / V12MRelações entre espaço, tempo, luz, matéria e gravidade
PlanckV10MQuantização e descontinuidade
BohrV8 / V10H/MÁtomo na fronteira entre representação e abstração quântica
De BroglieV10MCaráter ondulatório da matéria
SchrödingerV10MEstados e possibilidades quânticas
HeisenbergV10 / V11MEstrutura relacional e limites da descrição clássica
DiracV11 / V12MRelações matemáticas profundas e unificação quântico-relativística
FeynmanV11M/HInteração quântica traduzida em representações operacionais

O ponto central continua sendo o mesmo: talvez cientistas diferentes tenham possuído afinidades distintas não apenas intelectuais, mas também perceptivas. Um poderia perceber melhor movimento; outro, campo; outro, estrutura; outro, relações.


DUAS DIREÇÕES PARA INVESTIGAR A REALIDADE

O primeiro artigo também mostrou que a exploração científica parece avançar simultaneamente para fora e para dentro.

Direção consciencialSequência aproximada
Expansão ExtensivaCorpo → Ambiente → Planeta → Sistema Solar → Estrelas → Galáxia → Cosmos
Expansão IntensivaCorpo → Tecido → Célula → Molécula → Átomo → Núcleo → Partículas → Campos e estados quânticos
Síntese TransescalarRelações → Leis → Simetrias → Causalidade → Informação → Princípios

A expansão extensiva amplia o campo. A intensiva aumenta a resolução. A transescalar procura algo diferente: princípios que podem permanecer válidos através de escalas muito diferentes da realidade.


QUANDO A CONSCIÊNCIA MUDA O OBJETO DA PESQUISA

No segundo artigo ocorreu a mudança mais importante. Em vez de perguntar apenas se uma consciência projetada poderia perceber melhor o Universo físico, perguntamos o que acontece quando a própria consciência passa a ser o objeto da pesquisa.

Aí o problema metodológico se torna muito mais delicado, porque o observador participa do fenômeno observado.


DO LABORATÓRIO FÍSICO AO LABORATÓRIO CONSCIENCIAL

A diferença entre os dois paradigmas pode ser resumida assim:

Modelo de pesquisaObservadorObjeto pesquisadoInstrumento predominanteTipo de validação
Ciência FísicaConsciência intrafísicaMatéria e fenômenos físicosSentidos, instrumentos e matemáticaExterna, experimental e intersubjetiva
ParapsicologiaConsciência intrafísicaFenômenos psiConsciência, protocolos e instrumentosExperimental e estatística quando possível
Pesquisa ProjetivaConsciência projetadaAmbientes e fenômenos extrafísicosPsicossoma, lucidez e memóriaAutopesquisa e convergência intersubjetiva
Pesquisa MentalsomáticaConsciência em corpo mentalRelações e estruturas conscienciaisCorpo mental e lucidezAutopesquisa, coerência e comparação
Metapesquisa ConsciencialConsciênciaA própria consciência e suas leis evolutivasExperiência, razão, parapsiquismo e autocríticaConvergência, coerência e aplicabilidade

Aqui está uma das grandes diferenças. Na física, construímos instrumentos externos para observar o fenômeno. Na pesquisa consciencial, parte fundamental da instrumentação está no próprio pesquisador.


QUATRO DIREÇÕES DA PESQUISA CONSCIENCIAL

Nem todos os pesquisadores do extrafísico procuram a mesma coisa. Alguns trabalham quase exclusivamente sobre a própria consciência. Outros investigam projeção, veículos, ambientes extrafísicos ou princípios evolutivos.

ClasseDireção da pesquisaPergunta principal
Pesquisa IntraconsciencialConsciência → Si mesmaQuem sou? Como funcionam atenção, ego, lucidez, vontade e autopercepção?
Pesquisa Holossomática/ProjetivaConsciência → Seus veículosComo a consciência se manifesta através do corpo físico, bioenergias, psicossoma e corpo mental?
Pesquisa ExtraconsciencialConsciência → Realidades extrafísicasQue ambientes, seres, estruturas e fenômenos existem além do plano físico?
Pesquisa MetaconsciencialConsciência → Leis gerais da consciênciaComo consciência, karma, evolução, cosmoética, veículos, multidensidades e Cosmos se integram?

Essas categorias não são exclusivas. Um mesmo pesquisador pode transitar entre todas elas, embora quase sempre possua alguma predominância.


AS FAIXAS DE PESQUISA DO PARADIGMA CONSCIENCIAL

Do mesmo modo que criamos a EVCR para organizar diferentes escalas da realidade física, podemos propor uma classificação didática para os objetos da pesquisa consciencial.

FaixaNomeObjeto principal
C1AutoconsciencialAtenção, ego, pensamentos, emoções, vontade e lucidez
C2HolossomáticaSoma, bioenergias, chacras, psicossoma e corpo mental
C3ProjetivaDescoincidência, projeção, rememoração e ambientes extrafísicos
C4InterconsciencialAmparadores, assediadores, telepatia e relações entre consciências
C5MultidensionalPlanos, multidensidades, subdensidades e estruturas extrafísicas
C6EvolutivaReencarnação, karma, dharma e desenvolvimento consciencial
C7CosmoéticaIntenção, responsabilidade, mérito, assistência e leis evolutivas
C8MentalsomáticaSíntese, abstração, percepção direta e redução das referências de espaço-tempo
C9CosmoconsciencialUnidade, integração e relação consciência-Cosmos
C10MetaconsciencialIntegração dos diferentes campos num modelo geral da consciência

Também aqui não existe hierarquia automática. Um pesquisador pode trabalhar numa problemática C10 e produzir uma teoria fraca, enquanto outro pode investigar C2 ou C3 e realizar observações extremamente precisas.


ALGUNS PESQUISADORES E SUAS ÊNFASES

No artigo anterior utilizamos diversos autores como exemplos de tentativas históricas de investigação da consciência, do extrafísico ou de estados ampliados. Esta tabela não mede grandeza, evolução nem acerto. Apenas indica campos predominantes dentro do esquema proposto.

PesquisadorÊnfase predominanteMétodo ou experiência associadaFaixas aproximadas
Helena P. BlavatskyCosmologia esotérica e constituição sutilOcultismo, mediunidade e tradições iniciáticasC4–C6–C9
C. W. LeadbeaterClarividência, aura e planos sutisClarividência reivindicadaC2–C5
Annie BesantConstituição humana e evoluçãoInvestigação ocultista teosóficaC2–C6
Rudolf SteinerConhecimento suprassensívelDesenvolvimento interno e percepção suprassensívelC1–C5–C6
G. I. GurdjieffAutomatismo e despertamentoAuto-observação e presençaC1
P. D. OuspenskyEstados de consciênciaAutolembrança e atenção divididaC1–C8
Robert MonroeExperiência fora do corpo e estados expandidosExploração sistemática da EFCC3–C5
Waldo VieiraProjeciologia e ConscienciologiaAutopesquisa, projeção e parapsiquismoC1–C8
Wagner BorgesProjeção, bioenergias e universalismoProjeção, parapsiquismo e estudoC2–C7
Dalton Campos RoqueSistematização do paradigma consciencialAutopesquisa, projeção, estudo e elaboração teóricaC5–C7–C10

Como expliquei no artigo anterior, minha presença nessa tabela não pretende estabelecer qualquer equivalência histórica com os demais nomes. Estou nela simplesmente porque também participo desse esforço de pesquisa e sistematização e porque seria artificial apresentar um mapa desse campo escondendo deliberadamente a posição de onde observo.


PERCEBER NÃO É A MESMA COISA QUE COMPREENDER

Talvez esta seja uma das tabelas mais importantes de toda a sequência. Uma experiência extrafísica, por mais legítima que seja, ainda precisa atravessar memória, cérebro, cultura e interpretação.

EtapaO que ocorrePrincipal risco
PercepçãoA consciência vivencia ou capta determinado fenômenoConfundir impressão com realidade objetiva
RememoraçãoA experiência precisa chegar ao cérebro físicoEsquecimento e fragmentação
TraduçãoO cérebro converte a experiência em imagens, palavras e conceitosDistorção simbólica
InterpretaçãoO pesquisador tenta explicar aquilo que percebeuCrenças, cultura e ego
ComparaçãoA experiência é confrontada com outros relatos e conhecimentosSeleção tendenciosa
SistematizaçãoSurge uma hipótese, modelo ou teoriaTransformar hipótese em dogma
VerificaçãoO modelo é submetido a novas experiências e críticasBuscar apenas confirmações

A conclusão é simples: sair do corpo não elimina o erro. Perceber mais não significa automaticamente interpretar melhor.


O LABORATÓRIO MUDA DE ENDEREÇO

Uma das ideias centrais de “Quando a Consciência Estuda a Própria Consciência” foi ampliar o significado de laboratório.

No paradigma cartesiano:

Laboratório = Lugar.

No paradigma consciencial:

Laboratório = Lugar + Fenômeno + Pesquisador.

A ideia pode ser visualizada assim:

ParadigmaConceito de laboratórioExemplos de laboratório
CartesianoLaboratório = LugarAmbiente físico, instrumentos, equipamentos, amostras e condições controladas
ConsciencialLaboratório = Lugar + Fenômeno + PesquisadorO próprio pesquisador passa a integrar diretamente o campo investigado
ConsciencialPensamentoMeu pensamento é laboratório
ConsciencialEmocionalMeu emocional é laboratório
ConsciencialCorpoMeu corpo é laboratório
ConsciencialSonoMeu sono é laboratório
ConsciencialProjeçãoMinha projeção é laboratório
ConsciencialRelaçõesMinha relação com outras pessoas é laboratório
ConsciencialÉticaMinha ética é laboratório
ConsciencialEgoMeu ego também é laboratório

Essa ampliação é importante porque impede que o pesquisador consciencial transforme a projeção numa fuga. Não adianta tentar investigar planos mentais e ignorar pensamentos, emoções, ego, ética e comportamento cotidiano. Quem pesquisa consciência começa inevitavelmente por si próprio.


A FORMAÇÃO HISTÓRICA DO CONHECIMENTO PROJETIVO

Como discutimos no segundo artigo, aquilo que chamamos amplamente de projeção astral não apareceu pronto como teoria organizada. Durante muito tempo surgiu como experiência individual, relato privado e reconhecimento posterior de padrões comuns entre pessoas diferentes.

Podemos resumir esse desenvolvimento da seguinte maneira:

EtapaDesenvolvimento
Experiência EspontâneaA pessoa vivencia fenômenos que não compreende ou não sabe nomear
Relato IndividualA experiência é contada oralmente ou registrada por escrito
Reconhecimento IntersubjetivoOutras pessoas percebem semelhanças com suas próprias experiências
Recorrência FenomenológicaDeterminados elementos começam a aparecer repetidamente
ComparaçãoRelatos são confrontados e diferenças passam a ser percebidas
TerminologiaSurgem nomes para veículos, estados e fenômenos
ClassificaçãoExperiências diferentes começam a ser organizadas em categorias
SistematizaçãoAutores e escolas constroem modelos mais amplos
AutopesquisaO próprio pesquisador tenta repetir, controlar e compreender o fenômeno
Pesquisa ConsciencialExperiência, comparação, crítica e elaboração teórica começam a formar um campo de investigação

Esse processo explica por que encontramos terminologias diferentes para fenômenos que podem possuir algum grau de parentesco e, ao mesmo tempo, por que não devemos pressupor que palavras diferentes estejam descrevendo exatamente a mesma coisa.


DO PRIMEIRO AO SEGUNDO ARTIGO

Os dois textos podem ser compreendidos como etapas complementares de uma mesma investigação.

Primeiro artigoSegundo artigo
Consciência investiga a matériaConsciência investiga a própria consciência
Cientistas físicosPesquisadores conscienciais
Planetas, campos, espaço-tempo e quânticoVeículos, lucidez, planos, karma e evolução
Resultado: teoria físicaResultado: teoria consciencial
Instrumentos físicos predominantesA própria consciência torna-se instrumento
Verificação majoritariamente externaAutopesquisa + intersubjetividade + crítica
Pergunta: como funciona a Natureza?Pergunta: quem é a consciência que percebe a Natureza?

Há, porém, uma terceira possibilidade que começa a surgir naturalmente desses dois textos: investigar não apenas matéria ou consciência isoladamente, mas a relação entre consciência e Cosmos.


TRÊS NÍVEIS DE UMA MESMA PESQUISA

Podemos condensar toda a sequência numa última tabela:

EtapaDireçãoQuestão fundamental
1 — Pesquisa da NaturezaConsciência → UniversoComo funciona a realidade física?
2 — Pesquisa da ConsciênciaConsciência → ConsciênciaQuem ou o que está percebendo essa realidade?
3 — Metapesquisa ConsciencialConsciência ↔ UniversoQue leis relacionam consciência, matéria, extrafísico, evolução e Cosmos?

Talvez seja justamente esta terceira pergunta que abra o campo mais vasto. Quando começamos a relacionar consciência, matéria, karma, dharma, cosmoética, multidensidades, evolução, tempo, causalidade e experiência direta, já não estamos apenas procurando mais um fenômeno. Estamos procurando uma arquitetura.

Os dois textos anteriores foram exercícios para chegar até aqui. O primeiro perguntou se a consciência poderia ajudar a compreender o Universo. O segundo perguntou se ela poderia investigar a si mesma. Este resumo visual mostra que as duas perguntas talvez sejam apenas lados diferentes de um problema muito maior.

A consciência observa o Universo. A consciência observa a si própria. E, em algum momento, começa a perceber que também precisa investigar a relação entre ambos.

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