MENSAGEM ESPIRITUAL - TÉCNICA x CONSOLADORA

MENSAGEM ESPIRITUAL – TÉCNICA x CONSOLADORA

Tem gente bem sem noção, sem teoria, muito menos prática, muito menos percepção consciencial e parapsíquica que acha / crê que somente informação técnica serve como esclarecimento consciencial (espiritual) e que uma mensagem consoladora e pejorativamente inferior as coisas técnicas.

No meu ponto de vista, uma consolação, informação consoladora, dependendo do contexto e da postura do tarefeiro existencial, poderá ser muito superior a uma informação técnica esclarecedora. O contrário também pode ocorrer, e uma informação mais técnica, dependendo de como é veiculada, com a devida postura e trato a ser mais positiva e efetiva que uma tarefa consoladora.

Tudo vai depender antes do portador, do tarefeiro, daquele que efetua, seja a CONSOLAÇÃO, seja o ESCLARECIMENTO em primeiro lugar. O que conta é o sentimento de fraternidade, de afetuosidade, de respeito, aquele sentimento de irmão, de igual que quer mesmo ajudar a outrem.

Seja esclarecimento, seja consolação, se a postura do tarefeiro for de arrogância, superioridade, então tal pseudo assistencialidade cai em sub nível consciencial (sub cérebro abdominal), não importando se é tarefa da consolação ou tarefa do esclarecimento.

Aliás, o melhor rendimento de fraternidade consciencial prática é uma associação inteligente das duas, onde uma potencializa a outra, ganhando a empatia do assistido e fazendo ressonância com sua aura e chacras ampliando o resultado sinérgico do processo.

Será que podemos dizer que só mesmo o genuíno e natural amor intrínseco de umas poucas pessoas (no qual eu não me incluo de jeito nenhum nem de longe) é que fazem, seja uma ou outra render e assistir fraternamente de verdade?

 

Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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