Nas ciências ortodoxas e convencionais é apenas um estado normal de percepção. Para estes é assim: se estou consciente percebo, detecto e reparo, senão, é porque estou inconsciente ou menos consciente, portanto não reparo, nem detecto. Vulgarmente também pode ser confundida e usada como uma forma de ética. Para os espiritualistas, como já dissemos, é o mesmo que o eu mais profundo, íntimo, essencial, superior, divino, self, essência muito além da forma, da matéria ou mesmo da energia. A energia não tem vontade própria, não organiza a si mesma e isso serve para todo tipo de energia, até onde se sabe hoje. Com isso, podemos afirmar que deve haver algo ou alguém que manipula, organiza e utiliza a energia em seus mais variados aspectos. A essa entidade chamamos consciência.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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