A PONTE DOS ESPIÕES – Bridge of Spies

A PONTE DOS ESPIÕES – Bridge of Spies

Em plena Guerra Fria, o advogado especializado em seguros James Donovan (Tom Hanks) aceita uma tarefa muito diferente do seu trabalho habitual: defender Rudolf Abel (Mark Rylance), um espião soviético capturado pelos americanos. Mesmo sem ter experiência nesta área legal, Donovan torna-se uma peça central das negociações entre os Estados Unidos e a União Soviética ao ser enviado a Berlim para negociar a troca de Abel por um prisioneiro americano, capturado pelos inimigos.

Quando o diretor e produtor Steven Spielberg decide fazer um blockbuster sobre a Guerra Fria, pode-se esperar uma enésima produção enaltecendo a coragem americana diante do perigo vermelho. Felizmente, Ponte dos Espiões está distante da euforia militarista. Em primeiro lugar, este é um filme didático: letreiros e personagens explicam de modo simplificado as principais características do embate entre os Estados Unidos e a União Soviética, para que nenhum espectador se sinta deslocado. Spielberg tem clara preocupação em dialogar com um público amplo.

o filme começa a introduzir, progressivamente, noções complexas como a soberania nacional e a crise do patriotismo. No caso, a trama apresenta uma dupla ironia: quando um espião supostamente soviético é capturado nos Estados Unidos e outro americano é preso na URSS, um advogado sem ligações ao governo (Tom Hanks) é encarregado de efetuar a troca entre eles. Ambos os países fazem questão de repatriar seus conterrâneos, mas desprezam estes homens que foram capturados (ou seja, fracassaram em permanecer invisíveis) e provavelmente entregaram informações confidenciais ao inimigo.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Pix586Ux7lg

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Comentários conscienciais de Dalton Campos Roque

Com certeza um bom filme para se assistir. Eu prefiro os filmes legendados, pois as informações são mais completas, os nomes dos personagens podem ser lidos e entendidos melhor. No fim deste filme as legendas relataram o futuro dos personagens e é aqui justo meu foco. Penso que a versão dublada possa não narrar esta parte antes ou junto aos créditos final do filme.

Tom Hanks, no momento da troca de prisioneiros – considerados espiões – faz questão de salvar a vida de um estudante inocente. Ele como advogado esperto e ético, joga verde e colhe maduro. Nas suas costas estava a CIA que só enxergava seus interesses e despreza a vida de todos os outros e estava insistindo para ele não tentar salvar a vida do jovem, já que conseguiram na troca de espiões o que desejavam.

No futuro, segundo as legendas, esse jovem, baseado nesta experiência traumática que passou faz bem a centenas de pessoas.

O que chamo a atenção aqui é há coisas em nossas vidas que parecem irrelevantes, como por exemplo, um professor em sala de aula. Dependendo de nossa fé nas pessoas, na humanidade, o bem que vai ser multiplicado lá na frente é imprevisível. Isto me recorda aquele outro filme A CORRENTE DO BEM.

Escolha a versão legendada para assistir e depois deixe seus comentários abaixo.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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