SYNCHRONICITY 2016 - FICÇÃO CIENTÍFICA NA LINHA DE BLADE RUNNER

SYNCHRONICITY 2016 – FICÇÃO CIENTÍFICA NA LINHA DE BLADE RUNNER

O físico Jim Beale cria uma máquina que pode dobrar o espaço-tempo e o implacável magnata empresarial Klaus Meisner que o financia, ganancioso, quer colocar suas mãos na invenção.

Quando Jim Beale usa a máquina para viajar num tempo próximo do atual, encontra uma rara Dahlia (flor). Mas a fim de manter os direitos de sua invenção, por uma questão de financiamento e uma aposta que faz com o Klaus, ele deve encontrar um tipo idêntico da flor no presente.

Mas logo Jim Beale se envolve com a linda Abby e descobre que tal flor que procurava está com a misteriosa Abby, que o seduz aparentemente para obter seus segredos. Convencido de que ela está em conluio com Klaus, para apropriar-se do trabalho de sua vida (a máquina do tempo), Jim Beale viaja de volta no tempo para tentar deter a conspiração antes que dela acontecer. Mas, no passado, Jim descobre uma verdade surpreendente sobre Abby, a máquina e seu próprio futuro incerto.

No contexto do filme há alguns paradoxos de ficção mesmo que pode confundir o expectador, mas é um filme bom e bem fundamentado, embora simples e sem efeitos especiais sofisticados, mas só a inteligência da história já vale assisti-lo. Com certeza eu vou revê-lo.

Chad McKnight, AJ Bowen, Brianne Davis, Scott Poythress e Michael Ironside estrelam o filme.

O roteiro e a direção ficaram a cargo de Jacob Gentry (The Signal).

O trailer oficial:

Filme, vídeo, filmes, vídeos, resenhas, sinopses, filmes espiritualistas, filmes espíritas, filmes conscienciais, documentários, documentários espirituais, documentários espiritualistas, pesquisa espiritualista, EQM, Experiência de Quase Morte,


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.