Ciência Consciencial

Ciência Espiritualidade Paradigma Pesquisa e Consciência

Nota: Sugerimos que leia até o final, pois iniciamos com a ciência e depois entramos em espiritualidade.


Conceito de Conhecimento

No conhecimento estão frente a frente a consciência e o objeto.
Conhecer é reproduzir em nosso pensamento a realidade.
Conhecimento é a posse deste pensamento que concorda com a realidade.
A concordância do pensamento com a realidade é a VERDADE.

Teoria do Conhecimento – J.Hessen, 1983.


Quando se fala em ciência, automaticamente lembramos dos filmes, seriados e desenhos animados, com os quais nascemos, crescemos e estamos muito condicionados, vendo aquelas versões dramáticas de atores “fantasiados” de jalecos brancos (as vezes “cientistas malucos”) em laboratórios cheios de recipientes de vidros, com líquidos coloridos borbulhando e soltando fumaça branca.

Em pleno século XXI, era da tecnologia, das academias, era da informação e da ciência, vamos perceber (constatar) muito facilmente, que a maioria esmagadora das pessoas não consegue conceber como funciona a “mente” da ciência,  seus métodos, mesmo grande parte das pessoas de bom ou excelente padrão cultural.

O dicionário da Wikipédia define ciência da seguinte maneira: “Ciência (do latim scientia, traduzido por “conhecimento”) refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemáticos. Em sentido estrito, ciência refere-se ao sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico bem como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tais pesquisas.”

como funciona a ciência

As hipóteses são a base do método. São basicamente idéias que tentam explicar algum evento observável.

Estou me referindo ao “sistema ciência” (ao método, forma de pensar) e não ao “objeto ciência” (prostituição) que é comprado, pago e manipulado para “comprovar” resultados bancados por cartéis, oligopólios e trustes internacionais. Um exemplo disso é a Empresa Monsanto, pagar a “pesquisadores” para “comprovarem” que transgênicos “não fazem mal”. A corrupção não existe apenas no meio político, ela é farta também no meio científico, numa humanidade que limitada a ciência cartesiana crê que não existe a ciência consciencial, mesmo sem testá-la.

A probabilidade de uma hipótese ser verdadeira ou falsa move-se para cima e para baixo em uma "escada" à medida que mais e mais experiências sobre a hipótese são publicadas. A probabilidade de que a comunidade científica considere que a hipótese é verdadeira pode tornar-se tão alta que os pesquisadores não estudam mais a hipótese - ela será tomada como certa e percebida como um fato. O modelo mostra que você tem que publicar uma certa porcentagem de resultados negativos (cerca de 20-30%), a fim de garantir que as hipóteses que são falsas não acabam sendo considerados como fatos. Pesquisadores modelam como o ‘viés de publicação’ afeta – e não – a ‘canonização de fatos na ciência. Crédito: Nissen, NBI e Bergstrom, UW Leia mais em: <https://phys.org/news/2016-12-scientific-facts-false.html#jCp> - Publicado na Phys

A probabilidade de uma hipótese ser verdadeira ou falsa move-se para cima e para baixo em uma “escada” à medida que mais e mais experiências sobre a hipótese são publicadas.
A probabilidade de que a comunidade científica considere que a hipótese é verdadeira pode tornar-se tão alta que os pesquisadores não estudam mais a hipótese – ela será tomada como certa e percebida como um fato. O modelo mostra que você tem que publicar uma certa porcentagem de resultados negativos (cerca de 20-30%), a fim de garantir que as hipóteses que são falsas não acabam sendo considerados como fatos.
Pesquisadores modelam como o ‘viés de publicação’ afeta – e não – a ‘canonização de fatos na ciência.
Crédito: Nissen, NBI e Bergstrom, UW Leia mais em: <https://phys.org/news/2016-12-scientific-facts-false.html#jCp> – Publicado na Phys

Contra a crença, não há argumentos, contra a negação, também não. Ambas são cegas – Dalton

Este é um assunto da maior importância para ajudar a humanidade, as massas, aos poucos, gradualmente a saírem da inércia do ceticismo, do materialismo e até mesmo do clubismo religioso, qual clubes de futebol.

Quando assistimos os documentários no youtube, iremos descobrir verdadeiras desavenças e até brigas dos grandes pensadores, gênios da história da humanidade, descobrindo suas infantilidades, disputas mesquinhas e posições contra ou a favor a tal opinião / posição / grupo. No entanto, para quem assistir de fato aos documentários irá perceber que prevaleceu o que foi testado e constatado, foi estudado o que apresentou mais evidências e levado a insistente pesquisa observadora e paciente.

Carl Sagan - espiritualidade

Embora René Descartes e Isaac Newton, dois grandes gênios da história da humanidade, fossem meio filósofos e também “espiritualistas”, seu legado pragmático, técnico e racional, foi utilizado com sucesso para a humanidade sair da era das trevas dos feudos e da inquisição. Eles – de forma geral – criaram um método, um sistema de trabalho que deu certo até hoje e não pode e nem deve ser abandonado.

No entanto, estamos entrando na ERA DA CONSCIÊNCIA, numa época mais espiritualista, saindo da era de expiação planetária a entrar na era da regeneração, e precisamos de algo mais que a mera crença, para aplicar de forma geral, pois em particular, cada um de nós terá sua própria vivência pessoal e natural crença em muitas coisas sim, pois esse é um caminho evolutivo natural – e não existe outro.

As teorias e comprovações da ciência começam com a observação e a crença, vai a hipótese, a comprovação e depois a teoria.

Uma hipótese que passou por um processo de verificação de suas previsões.

Lei x Teoria

Este resumo, que retirei do site – http://saberciencia.tecnico.ulisboa.pt/artigos/ciencia-em-acao-01.php – explica bem como funciona os processos da ciência, inclusive as imagens a seguir:

A visão linear e simplificada do método científico sugere que a investigação científica segue uma fórmula invariável e linear.

Na realidade, os cientistas quando fazem o seu trabalho efetuam múltiplas actividades diferentes, seguindo diversas e variadas sequências. A investigação científica exige frequentemente que se repitam os mesmos passos, tantas vezes quanto as necessárias, de modo a enquadrar novas ideias e informação.

A visão linear e simplificada do método científico sugere que a ciência é feita por cientistas isolados avançando sozinhos ao longo desta sequência de passos.

Na realidade, a ciência depende de interações dentro da comunidade científica. Partes diferentes do processo da ciência podem ser executadas por pessoas diferentes, em alturas diferentes.

A visão linear e simplificada do método científico sugere que a ciência é uma atividade pouco criativa.

Na realidade, o processo da ciência é excitante, dinâmico, e imprevisível. A ciência depende de gente criativa que sabe pensar de maneira diferente!

A visão linear e simplificada do método científico sugere que a ciência chega a conclusões.

Na realidade, as conclusões científicas podem sempre ser revistas se tal for justificado pela existência de nova evidência. A investigação científica é frequentemente uma atividade em evolução, levantando novas questões à medida que outras vão sendo resolvidas.

carl-sagan-pensar ciência

Evidências não são provas

  • Educação é diálogo;
  • Cultura é diálogo e pesquisa;
  • Ciência é diálogo, pesquisa e testes.

Esta é uma parte difícil de fazer o público leigo entender. A mínima suspeita de que um grupo enorme de pessoas diferentes viram a aparição de um “espírito” pode fazer o leigo achar que é uma prova, mas não é! Outro exemplo são dois projetores astrais, que precisam de se encontrar fora do corpo para confirmar algo, ou simplesmente um deles enviar um recado ao outro, que ao acordar e encontrar-se fisicamente com o primeiro, deverá devolver o recado de forma correta. Para a ciência convencional (Paradigma Cartesiano ou Paradigma Newtoniano) não é suficiente.

Evidencias e provas científicas (1)

Não é preciso ser um cientista para poder empregar o método científico, basta ser crítico, observador e questionador.

Evidencias e provas científicas (2)

Ciência é a atividade intelectual e prática que abarca a estrutura e o comportamento do mundo físico e do natural, por meio da observação e da experimentação.

ciência cartesiana newtoniana clássica acadêmica

Do ponto de vista clássico e acadêmico somente – Paradigma Cartesiano

Ciência e Espiritualidade

De forma geral, queremos relatar que o espiritualista, o religioso, o doutrinador de qualquer área, o humano de fé, é leigo não entende de ciência de forma geral e esmagadora. O cientista, o pesquisador, por sua vez, geralmente tende a ser cético, materialista e ateu. Poucos preenchem o perfil de serem espiritualistas e terem o discernimento científico e muito menos ainda os que são, de fato, pesquisadores.

E os pouquíssimos pesquisadores que temos, acabam sendo apenas de biblioteca, ou seja, são como alunos das pós-graduações, que trabalham apenas com hipóteses (teses) fazendo releituras e sínteses bibliográficas – o que, lógico – é importante, mas não é suficiente. E temos menos ainda dentre esses, os realmente sensitivos, que vivenciaram experiências parapsíquicas e também experiências espirituais (contatos com entidades, expansões de consciência, acoplamento mediúnico, experiências fora do corpo, visão remota, etc). Isto nos trás grandes limitações nos resultados, faltam laboratórios bem montados, faltam voluntários, falta verba social e acadêmica, aqui entra não apenas a questão científica do PARADIGMA CARTESIANO, mas a competência e boa vontade social – que não existe. Os grupos religiosos poderosos e ricos estão preocupados apenas com a “clientelas” de fiéis, o mercado financeiro e seu proselitismo corrupto. Os pequenos grupos apenas em defender sua fé, sua doutrina, e as vezes o clubismo da “elite intelectualista grupuscular”.

as 5 regras basicas da ciencia

Muitos utilizam o temo “ciência” a revelia, apenas para endossar sua fé e negar a fé alheia, sequer entendendo o que pretendem dizer, senão apenas combater o “inimigo”.

As pesquisas PSI, a Parapsicologia, o espiritualismo em geral, sugere o método experimental como a maioria das ciências o faz, para abordar questões fora do âmbito dos laboratórios da ciência acadêmica, as experiências, os testes, em forma de erros e acertos, tentativas e estatística, utilizando as mesmas ferramentas que as demais ciências. A Psicologia não deixa de ser ciência apenas porque aborda o psiquismo humano, onde não existe nada mais abstrato e difícil de ser conceituado, definido e departamentado sob um aspecto experimental clínico, fora do alcance das máquinas sofisticadas de mensuração, pesagens, medidas e leituras, computadores, microscópios, EEG – eletroencefalograma, EOG – eletrooculograma, tubos de ensaio e outros instrumentos clássicos pelas vertentes da ciência convencional humana.

Tipos de Conhecimento

  • De família (folk);
  • Literário;
  • Filosófico;
  • Religioso;
  • Científico.

Todo conhecimento tem uma origem e vai progredindo aos poucos. As invenções do homem (incluem-se aqui os 5 tipos de conhecimento) vão sendo aperfeiçoada aos poucos.

Allan Kardec sobre ciência

Kardec, que foi um pesquisador prático e utilizou a única coisa que dispunha na época: os médiuns. Ele se valeu de uma estatística empírica ao montar “O livro dos Espíritos”. Utilizou entrevistas aos médiuns com perguntas padronizadas. Analisou todas as respostas, jogou fora as respostas que eram dissonantes e para montar o livro utilizou as respostas concordantes – estatística simples, práticas, intuitiva e direta.

Por Allan Kardec:

“A Ciência  e a Religião são as duas alavancas da inteligência humana: uma revela as leis do mundo material e a outra, as leis do mundo moral; mas umas e outras têm o mesmo princípio, que é Deus, não podem, pois, se contradizer; se elas são a negação uma da outra, uma é necessariamente errada, e a outra, certa, pois Deus não pode querer destruir sua própria obra. A incompatibilidade que se acreditou ver entre essas duas  ordens de idéias se prende mais a um defeito de observação e excesso de exclusivismo da parte de uma e de outra; donde decorreu um conflito de que se originaram a incredulidade e a intolerância.

“Os tempos são chegados, em que os ensinamentos do Cristo devem receber um complemento; em que o véu lançado de propósito sobre quaisquer partes desse ensinamento deve ser levantado; em que a ciência, deixando de ser exclusivamente materialista deve ter em conta o elemento espiritual, e em que a religião, deixando de desconhecer as leis orgânicas e imutáveis da matéria, estas duas forças, apoiando-se uma na outra, equilibrar-se-ão e se prestarão mútuo apoio. Assim sendo, a religião, não recebendo mais desmentido da ciência, adquirirá uma pujança inabalável, porquanto estará de acordo com a razão, e não se poderá lhe opor a irresistível lógica dos fatos.

“A ciência e a religião não puderam se entender até agora porque, encarando cada qual as coisas de acordo com seu ponto de vista exclusivo,  repeliam-se mutuamente. Faltava-lhes algo que preenchesse o vazio que as separava, um traço de união que as ligasse; esse traço de união é o conhecimento das leis que regem o mundo invisível e suas  relações  com o mundo visível, leis tão imutáveis quanto as que regem o movimento dos astros e a existência dos seres. Uma vez constatadas essas leis pela experiência, uma luz nova brilhará: a fé é dirigida à razão, a razão não encontrou nada de ilógico na fé, e o materialismo foi vencido. Mas nisto como em tudo, haverá sempre pessoas que ficarão atrás, até serem arrastadas pelo movimento geral, que as esmagará, se opuserem qualquer resistência, ao invés de se deixarem levar. É toda uma revolução moral que se opera neste momento e trabalha os espíritos; depois de uma elaboração que durou mais de dezoito séculos, ela chega ao seu epílogo, e vai marcar uma nova era na humanidade. As conseqüências dessa revolução são fáceis de se prever; ela deve suscitar, nos relacionamentos sociais, inevitáveis modificações, às quais ninguém poderá se opor, porquanto se encontram nos desígnios de Deus, e elas ressaltam da lei do progresso, que é uma lei de Deus” (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. I – “Não vim destruir a Lei – nº 8 – Aliança da Ciência e da Religião).

ciência e espiritualidade

O que é estatística

Pela wikipedia:

Estatística é a ciência que utiliza-se das teorias probabilísticas (estudo matemático das probabilidades) para explicar a frequência da ocorrência de eventos, tanto em estudos observacionais quanto em experimentos para modelar a aleatoriedade e a incerteza de forma a estimar ou possibilitar a previsão de fenômenos futuros, conforme o caso.

Algumas práticas estatísticas incluem, por exemplo, o planejamento, a sumarização e a interpretação de observações. Dado que o objetivo da estatística é a produção da melhor informação possível a partir dos dados disponíveis, alguns autores sugerem que a estatística é um ramo da teoria da decisão.

Devido às suas raízes empíricas e seu foco em aplicações, a estatística geralmente é considerada uma disciplina distinta da matemática, e não um ramo dela.

A estatística é uma ciência que se dedica à coleta, análise e interpretação de dados. Preocupa-se com os métodos de recolha, organização, resumo, apresentação e interpretação dos dados, assim como tirar conclusões sobre as características das fontes donde estes foram retirados, para melhor compreender as situações.

 

O que é ciência observacional

Pela wikipedia:

Uma ciência observacional é uma ciência na qual não é possível construir experimentos controlados na área em estudo. Por exemplo, em astronomia, não é possível criar ou manipular-se estrelas ou galáxias de maneira a observar o que ocorre. Outros exemplos de ciências necessariamente observacionais incluem geologia, paleontologia, epidemiologia, e muitas das ciências sociais.

Em epidemiologia e estatística um estudo observacional faz inferências sobre o possível efeito de um tratamento em um grupo de indivíduos, onde a alocação dos indivíduos em um grupo em comparação com um grupo pré-selecionado está além do controle do pesquisador. Isto é, contrasta com experiências, tais como ensaios clínicos aleatórios, em que cada sujeito é aleatoriamente designado para um grupo a ser tratado.

Qualidade de uma pesquisa científica convencional

1. Qualidade da pesquisa em si

Possibilidade de replicação – mapa exato de modelo teórico que pode ser especificado detalhadamente, montado, repetido e testado. Este é o método máximo do paradigma cartesiano, difícil, senão impossível de ser aplicado aos testes PSI diversos.

2. Confirmação dos mesmos resultados através de vários estudos independentes

Quanto mais grupos e entidades independentes testarem e corroborarem a teoria / experimento, mais veracidade terá a proposta científica.

3. Publicação em revistas científicas

As revistas científicas desempenham um papel muito importante na ciência, e atuam como um filtro para proteger a ciência de trabalhos de baixa qualidade. Uma pesquisa geralmente só é considerada pelo mundo científico se for publicada nessas revistas.

Antes de uma revista aceitar a publicação de uma pesquisa, todo o projeto passa por um processo de “revisão de pares”. Isso significa que ela é cuidadosamente revisada por outros especialistas da mesma área de atuação que atestam se a pesquisa atende a todas as normas, e se possui qualidade suficientemente elevada. Quanto mais prestigiada a revista, mais rigoroso é esse processo, porque sua reputação está associada às publicações.

4. Possibilidade de coincidência

Na física, geralmente é mais fácil determinar a relação causa e efeito. Nas ciências humanas já é muito mais difícil, pois as pessoas estão expostas a inúmeras influências diferentes. É por isso que a “probabilidade”, isto é, o cálculo estatístico da chance de um resultado ser devido a uma coincidência ao invés da causa, é crucial para determinar a confiabilidade de qualquer efeito. Em geral, o “valor de p” é considerado tão importante, se não mais, do que o próprio efeito.

Este é o sistema ideal e clássico do paradigma cartesiano newtoniano, precisamos transcendê-lo e criar novos modelos para o paradigma consciencial. Por enquanto é melhor método ainda é o da universalidade do conhecimento.

Evidências ciência e espiritualidade

Conheça eventos reais observados que podem ser observados e pesquisados pela ciência sob o prisma de um novo Paradigma

Todos estes links levam a textos dentro de nosso próprio site que se abrirão em nova janela:

Entenda o que é Paradigma

EQM – Cientista do CERN se converte ao cristianismo depois de visão de espíritos

O poder da mente

Leigos, acadêmicos e cientistas

EQM seguida de cura de câncer terminal

A ironia do materialismo

Um universo de 10 ou 11 dimensões

Diferença entre ciência, espiritualidade e o New Ager

O que é ESPIRITUALISMO UNIVERSALISTA

Holopensenes – o que são

Livro Paradigma Consciencial baseado em monografia da pós-graduação Estudos da Consciência e Parapsicologia

O Pesquisador e o Conhecimento

ciencia-consciencial

Os caminhos de uma pré-ciência

Pré-ciência, neociência, nova ciência, paradigma consciencial, precisamos de uma revolução cultural e consciencial sim!

Se é difícil pesquisar a profundidade dos fenômenos espirituais, pelo menos iniciemos pela profundidade psíquica humana, os eventos anômalos, os eventos paranormais. Assim como os políticos são humanos, criados em nossas cidades e bairros juntos conosco, os pesquisadores também o são. Não basta cruzar os braços e esperar que a honestidade política melhore sozinha, é preciso participar. Não basta cruzar os braços, ir ao culto / missa / centro / terreiro / grupo todo final de semana e proferir com a boca cheia “minha crença é ciência” sem seu papel pró-ativo e participador, sua cooperação e colaboração.

Tudo vem do povo! Os paradigmas vem do povo, a cultura social vem do povo, a ciência vem do povo, a política vem do povo, a menos que você acredite que haja uma categoria especial de “super humanos” chamados “os outros” que vem “salvar” você, cumprir seus pedidos, executar suas responsabilidades sociais e ainda comprovar que a “sua fé”, a “sua religião” é que estão corretas e são “absolutas”.

Tenho lido a triste bobagem na internet de pseudo-intelectuais espíritas – na verdade apenas crentes ingênuos e nada mais – que no futuro todas as religiões se converterão ao espiritismo e este será uma ciência consagrada e clássica em toda a sociedade mundial. Querem dizer algo parecido a isto: “meu clube de futebol é o melhor e será o único no futuro”. Ingenuidades e falta de discernimento a parte, no futuro não existirá nenhuma religião, a espiritualidade será sim, comum e viva na sociedade mundial, e cada ser humano na face da Terra a exercerá com livre arbítrio específico em sua forma pessoal de viver.

Isto será a vivência íntima, máxima e integral do universalismo sem abrir mão de suas características pessoais com liberdade máxima de expressão e serenidade.

Eu sou Dalton Campos Roque, escritor, sonhador, utópico, “viajandão”, que faz o que pode sozinho, criticado por todos e auxiliado por ninguém. Meu grande “pecado” é discernir e “enxergar” um pouco mais longe. Que eu seja pelo menos útil, antes de qualquer afago a meu ego.

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Para quem quer entender a Ciência de Borda ou Ciência de Fronteira que é quando os possíveis fatos ainda estão sendo debatidos: http://gizmodo.uol.com.br/neil-degrasse-tyson-vs-cetico/

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