A Universalidade do Conhecimento é o princípio natural das experiências pessoais, conhecimento, intelectualidade e discernimento coletivos alinhados estatisticamente. Por exemplo, é consenso que todas as pessoas vivenciam sonhos, pois todos relatam esse tipo de experiência. Outro exemplo, em grupo de projetores conscientes, os relatos, experiências, medos, inseguranças, são muito alinhados e semelhantes. Allan Kardec usou este princípio empiricamente ao montar o Livro dos Espíritos. Ele escolheu as respostas semelhantes e alinhadas dos médiuns e excluiu as discrepantes. A ciência convencional também utiliza este método, no entanto, no paradigma cartesiano. A ciência ortodoxa compara os testes e experimentos de cientístas para constatar, afirmar ou engraquecer uma teoria. No paradigma consciencial as experiências PSI / místicas / parapsíquicas / paranormais / mediúnicas / projetivas / anímicas são comparadas por grupos e colegas que se aproximam por afinidade e interesse e a debaterem as semelhanças e diferenças de suas vivências pessoais.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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