O paradigma cartesiano ou paradigma newtoniano caracteriza-se por propor uma visão mecanicista, materialista do conhecimento, composta de várias partes menores que se unem. Observa o funcionamento de qualquer máquina, objeto ou ser como um mecanismo, que é preciso desmontá-lo ou fragmentá-lo para conhecê-lo. Segundo o paradigma cartesiano, para conhecer o todo, é necessário dividi-lo nas várias partes que o integram e estudar cada uma dessas partes individualmente. Por exemplo, para conhecer um carro, entrar nele e dirigi-lo. É preciso conhecer as suas partes, como o motor e outros componentes. O paradigma cartesiano é limitado e reducionista e não aceita a consciência e a espiritualidade com fenômeno natural da existência. Chamamos a atenção do leitor para não confundir o “paradigma” com o nome do “pesquisador” Newton ou Descartes, uma coisa não tem a ver com a outra! Eles foram os “pais” da ideia, do conceito e não de suas consequências atuais, inclusive possuíam um perfil mais filosófico, alquímico, até ligeiramente “espiritualista”.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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