O MORALISTA QUE JULGOU O IMORAL E SE TORNOU AMORAL E IMORAL
Gilberto frequentava o Centro Espírita “Luz no Vale” há quinze anos. Era orador, passista, evangelizador das crianças. Sua voz era calma, suas mãos, firmes ao aplicar o passe. Todos o tinham como exemplo de conduta. Havia, porém, um homem que Gilberto não suportava. Chamava-se Maurício. Chegara ao centro há dois anos, depois de uma separação […]
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