Dor, amor, ego, amparo e consciência.
Já está disponível a obra Confissões de um espiritualista: Dor, amor, ego, amparo e consciência, de Dalton Campos Roque e Andréa Lúcia da Silva.
Este livro reúne crônicas e poemas espirituais sobre a consciência humana em travessia. Entre dor, amor, ego, amparo, recomeço, queda, lucidez, gratidão, autocrítica, silêncio e busca espiritual, a obra nasce como registro íntimo de uma caminhada real, sem maquiagem doutrinária e sem pose de santidade.
Confissões de um espiritualista não se apresenta como manual, nem como coletânea de frases consoladoras. Seu eixo é mais humano e mais direto: observar a própria caminhada espiritual sem esconder contradições, fragilidades, tropeços e reconstruções interiores.
Ao longo das páginas, aparecem temas como liberdade consciencial, amor lúcido, humildade, perdão, autoconhecimento, ego espiritualista, amigos invisíveis, Deus, cosmos, amparo e reconstrução íntima. A escrita alterna poesia, confissão e reflexão espiritual, sempre a partir da experiência de uma consciência em processo.
É uma obra para leitores que buscam espiritualidade com profundidade, sensibilidade e discernimento. Um livro para quem já caiu, errou, endureceu, chorou, tentou recomeçar e ainda conserva, mesmo em meio às sombras, alguma confiança silenciosa na possibilidade de seguir.
Confissões de um espiritualista fala de dor sem romantizar o sofrimento, de amor sem sentimentalismo superficial, de ego sem condenação simplista e de amparo espiritual sem espetáculo.
Link da obra:
https://clubedeautores.com.br/livro/confissoes-de-um-espiritualista
Dalton Campos Roque e Andréa Lúcia da Silva
Espiritualidade consciencial universalista
consciencial.org
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Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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