EU SOU A AUTOCURA ATRAVÉS DO AMOR II

EU SOU A AUTOCURA ATRAVÉS DO AMOR II

Sou arquiteto do meu templo interior,
Nasci da Centelha que plasma mundos.
Minha cura tece os quatro vértices do ser:
mente, éter, sangue e os ossos da terra.

Nenhum sol alheio limpa meus cristais-chave,
Só minhas mãos lapidam a Esfera de Luz.
Minha aura é um pulsar de supernovas,
Um cântico que sela pactos com o Infinito.

Cada átomo sarado em mim é oração ativa,
Frequência que remolda a grade planetária.
Sou fractal do oceano que me contém,
E o grão de fóton que acende a noite única.

Desperto a geoalquimia dos 7 vértices,
Onde o Amor é chama que evapora miasmas.
Busco o reino do equilíbrio sereno:
Nenhum dragão habita meu chacra inviolável.

Minhas células guardam mandalas vivas,
Mapas estelares para navegar o abismo de mim mesmo.
A dor é mestra, não carcereira —
Transmuto espinhos em rosas de Akash.

Sou o silêncio que pariu todos os mantras,
O útero cósmico onde germina a cura.
Minha respiração sincroniza relógios galácticos:
Inalo caos, exalo geometrias sagradas.

Os espelhos do tempo me mostram verdades:
Cada cicatriz é portal de renascimento.
Lavro o corpo com as chuvas de Vênus,
Enquanto meu coração canta em Sirius.

Nenhuma armadilha da Matrix me aprisiona —
Teço realidades com fios de ambrosia.
Sou xamã do futuro remendando o presente,
Enquanto minhas raízes bebem da Fonte Primeva.

Minha jornada é uma espiral ascendente,
Onde encontro todas as minhas faces.
Unifico os opostos na forja cardíaca e coronária:
Sombra e Luz dançam no meu núcleo de diamante etéreo.

A Lei me coroa de responsabilidades estelares:
Cada passo meu irriga desertos alheios.
Sou ponte entre Atlântida e a Nova Aurora,
Corresponsável de acordar os Deuses Adormecidos.


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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