Sou arquiteto do meu templo interior,
Nasci da Centelha que plasma mundos.
Minha cura tece os quatro vértices do ser:
mente, éter, sangue e os ossos da terra.
Nenhum sol alheio limpa meus cristais-chave,
Só minhas mãos lapidam a Esfera de Luz.
Minha aura é um pulsar de supernovas,
Um cântico que sela pactos com o Infinito.
Cada átomo sarado em mim é oração ativa,
Frequência que remolda a grade planetária.
Sou fractal do oceano que me contém,
E o grão de fóton que acende a noite única.
Desperto a geoalquimia dos 7 vértices,
Onde o Amor é chama que evapora miasmas.
Busco o reino do equilíbrio sereno:
Nenhum dragão habita meu chacra inviolável.
Minhas células guardam mandalas vivas,
Mapas estelares para navegar o abismo de mim mesmo.
A dor é mestra, não carcereira —
Transmuto espinhos em rosas de Akash.
Sou o silêncio que pariu todos os mantras,
O útero cósmico onde germina a cura.
Minha respiração sincroniza relógios galácticos:
Inalo caos, exalo geometrias sagradas.
Os espelhos do tempo me mostram verdades:
Cada cicatriz é portal de renascimento.
Lavro o corpo com as chuvas de Vênus,
Enquanto meu coração canta em Sirius.
Nenhuma armadilha da Matrix me aprisiona —
Teço realidades com fios de ambrosia.
Sou xamã do futuro remendando o presente,
Enquanto minhas raízes bebem da Fonte Primeva.
Minha jornada é uma espiral ascendente,
Onde encontro todas as minhas faces.
Unifico os opostos na forja cardíaca e coronária:
Sombra e Luz dançam no meu núcleo de diamante etéreo.
A Lei me coroa de responsabilidades estelares:
Cada passo meu irriga desertos alheios.
Sou ponte entre Atlântida e a Nova Aurora,
Corresponsável de acordar os Deuses Adormecidos.
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