Dalton Campos Roque Práticas Conscienciais Podcast

Café com Dalton 025 – Ramatís x “ramatismo”

Você acredita em “ramatismo”?
Sabia que entre entender Ramatís e o “ramatismo” pode haver diferenças abissais?
Sabia que louvar e seguir o Mestre é fácil, mas praticar os ensinamentos dele, não?
Não existe “kardecismo”, não existe “ramatismo”, isso é apenas o clubismo dos homens, pois as grandes almas não levantam bandeiras ou fronteiras, mas incentivam a união, a integração e a cooperação.
Porque os homens tem tanto medo de seus semelhantes?
Todos os médiuns erram, todos os médiuns são parciais, todos os médiuns têm ego, inclusive Hercílio Maes. Hercílio Maes errou ao confundir com o planeta Marte (para mim é outro planeta), errou em exagerar no livro Fisiologia da alma (misturou a visão dele), errou ao crer que Ramatís reencarnaria (acredito que não, visão particular de Dalton), mas nada disso deprecia sua grandiosa obra. Hercílio Maes, em minha visão e na visão de alguns colegas, é o atual supervisor, que intermedia Ramatís e administra seus médiuns encarnados (nós), devido a seu elevado quilate evolutivo. Foi um excelente ser humano com uma vida exemplar, como espiritualista, profissional e pai de família. Temos que admitir (e prever) a obviedade de nossas falibilidades e limitações, assim como admitir a produtividade e utilidade de nossas próprias obras e trabalhos com lucidez e serenidade, e, que nenhuma falha, nossa ou de outrem, seja encarada com constrangimento ou humilhação, pois isso será mero orgulho de seres humanos ainda muito longe da perfeição divina. Assista o vídeo anterior onde admito abertamente minhas falhas como médium em qualquer de minhas obras.

 


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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