Dalton Campos Roque

Dalton Campos Roque - Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência sem religião.Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.

Estudos-e-Práticas-de-Projeção-Astral-- 800

PREFÁCIO DO LIVRO ESTUDOS E PRÁTICAS DE PROJEÇÃO ASTRAL

Este livro nasceu da soma de anos de estudo, prática e, sobretudo, de experiências diretas no campo da projeção da consciência — também conhecida como viagem astral. Mais do que compilar técnicas, buscamos aqui transmitir vivências, reflexões e caminhos que possam auxiliar tanto o iniciante quanto o praticante mais avançado. A motivação central foi oferecer

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QUANDO É CONVENIENTE NÃO ACREDITAR EM KARMA

QUANDO É CONVENIENTE NÃO ACREDITAR EM KARMA

A conveniência de não acreditar em karma: por que tantos rejeitam a responsabilidade espiritual INTRODUÇÃOA Consciência humana tem uma habilidade curiosa, quase instintiva: negar tudo aquilo que ameaça o conforto psicológico. Entre esses elementos incômodos, o karma ocupa lugar central. Não porque seja abstrato, distante ou “oriental”, mas porque exige maturidade, responsabilidade íntima e coerência

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QUANDO O PÚBLICO EXIGE PERFEIÇÃO QUE NÃO PRATICA

QUANDO O PÚBLICO EXIGE PERFEIÇÃO QUE NÃO PRATICA

Entre todas as distorções do meio espiritualista, poucas são tão corrosivas quanto a idealização patológica do emissor de conteúdo espiritual. Ao observarmos a interação entre médiuns, projetores, palestrantes e seus públicos, percebemos uma tendência silenciosa e doentia: a expectativa de que quem comunica espiritualidade seja impecável, inatingível, ascético, imaculado — um “ser perfeito” em contraste

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