O QUE É PROJEÇÃO ASTRAL?

O QUE É PROJEÇÃO ASTRAL?

A Viagem Astral ou Projeção Astral tem muitos nomes, mas têm entendimentos diversos, principalmente em suas nuances. É um tema que atrai muito os mais jovens que são fascinados pelo fenômeno e que nessa faixa de idade não se preocupam tanto ainda com os valores humanos e o conteúdo espiritual (evolução consciencial).

O mais importante da condição natural, normal e sadia da Projeção Astral, é que em algum nível todos os seres humanos a possuem e a vivenciam. Inclusive muitas espécies de mamíferos também a possuem. A questão é que embora todos os humanos a possuem, não a dominam, e pior, a maioria da humanidade sequer percebe sua possibilidade – a isto se chama LUCIDEZ EXTRAFÍSICA e MEMÓRIA MULTIDENSIONAL, quero dizer, uma memória que passa, se comunica de uma MULTIDENSIDADE para outra, do cérebro extrafísica (paracérebro) para o cérebro físico. Quando a memória ‘passa’ há a condição da rememoração.

Um dos fatores mais importantes pertinentes as Viagens Astrais é a condição da descoberta da reencarnação, do carma, de que a morte não liquida a consciência e que a ‘alma’ é imortal, mas principalmente que existe um código de ética cósmico, estelar denominado COSMOÉTICA ou até CONSCIENCIOÉTICA que está acima de todas as leis humanas, sociais e temporais muito acima dos costumes e limitações preconceituosas humanas.

A capacidade de ter uma Projeção Astral mais lúcida não significa BOM NÍVEL EVOLUTIVO (superioridade evolutiva), um projetor consciente pode ser um canalha, um mal caráter. Mas como isto é um fenômeno, e a humanidade se impressiona muito com fenômenos, ela acaba louvando esses tipos de manifestações parapsíquicas.

A projeção consciente rememorada é um talento (treinamento) parapsíquico e algumas poucas pessoas a possuem, pois já a desenvolvem em várias encarnações.

Muitos querem sair do corpo, mas não possuem a vontade, a determinação e a disciplina para praticarem a vida inteira. É isto mesmo, eu disse a vida inteira, você não vai sair deslizando de uma outra para outra e ir passeando no astral com controle total, algo como: “quero conhecer Paris esta noite”. Aliás, os que gostam do fenômeno, o desejo pela condição do poder que ele proporciona, pois impressiona os incautos impressionáveis.

A questão não é tão somente a projeção lúcida rememorada, mas a qualidade da mesma e seu exercício em favor da humanidade – isto é difícil de compreender quando se é muito jovem.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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