A TODOS OS CASAIS

A TODOS OS CASAIS

Os ventos sopram

As sementes brotam

Os botões das flores desabrocham

Tudo se modifica

 

O tempo passa…

Flores e sabores nos envolvem

Mas as dores e problemas também

As primaveras vêm e vão

E as rugas e os cabelos brancos nos visitam

 

Tudo muda, o amor amadurece

Amadurecer é mudar

E a mudança é uma dádiva

Depende de como lidamos com ela

 

As rugas podem ser bênçãos

Depende do afeto no coração do lar

Estejam preparados para a mudança

O amor evolui quando somos flexíveis

 

Que as pétalas das energias espirituais os abençoem

Que os aromas do perdão os inebriem

Que as brisas da cumplicidade sejam o motivo de seu viver

 

 

 

Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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