Denise e Sérgio

PARA DENISE E SÉRGIO

Minha irmã Denise, casou-se 05 de janeiro de 2018 e me pediu algumas palavras no casamento, ei-las.

PARA DENISE E SÉRGIO

 

O que escrever para um coração maior que o meu?

Sim, inicialmente me refiro a minha irmã Denise.

Quando jovem e imaturo eu não enxergava este sol que ela transporta no peito, foi preciso eu amargar a jornada íntima nas madrugadas solitárias do meu autoconhecimento, para valorizar as almas que me rodeavam.

No decorrer dos anos, cada um seguiu seu caminho e ela, Denise, também amargou as próprias madrugadas como todo ser humano fez e fará.

Tudo o que sei dela é que sempre manteve a integridade com os que a cercavam, sendo um epicentro, ou seja, as pessoas sempre a procuravam para desabafar.

Se é possível uma declaração de amor de irmão, então esta é uma, ou melhor, mais do que isto, é também um registro de admiração e reverência por seu exemplo de vida.

Dizem as histórias que os príncipes encantados salvam as donzelas nas torres e bailes, mas talvez seja bem mais do que isso.  Um príncipe apareceu em sua vida, foi como um encontro astrofísico de duas estrelas no céu do palco da vida.

E quem ousa dizer que ele não é um príncipe?

Ele a trata como verdadeira princesa, e eu e Andréa testemunhamos isto com nossos corações!

Eu, Dalton, o irmão mais velho, e Andréa, minha parceira e cúmplice, estamos sempre aprendendo com as pessoas e os eventos da vida.

Hoje temos aqui mais um evento e mais pessoas, e são tais pessoas que nos ensinam muito acima dos rituais humanos, o que é o amor, mesmo no desgastante dia a dia.

Obrigado Denise e Sérgio por participarem de nossas vidas e nos permitirem participar das suas.

Desejamos parabéns e muitas felicidades,

 

Dalton e Andréa


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Denise e Sérgio
Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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