OS CAMINHOS DO BEM

OS CAMINHOS DO BEM

Por enquanto, o amor se faz teórico

O bem ainda é artificial

As condutas relativas são vacilantes

Sempre assim é o início…

 

O bem por interesse

O carma por vingança

O sorriso artificial

É o início de tudo

 

Perseverando, o prazer da autodoação se instala

As percepções espirituais se aproximam

O bem se torna prático

O amor se transforma em prazer

As condutas se firmam mais retas

O carma dos outros desperta nossa compaixão

A ignorância foi trocada pela luz

Observar a natureza emociona

 

O Criador pulsa em nosso peito

Nossos erros nos envergonham

A coragem do autoconhecimento nos leva ao autoenfrentamento

Às vezes choramos diante do próprio ego

 

Como imperfeitos, o caminho continua

Mas já aprendemos a dobrar o orgulho e a pedir desculpas

A se arrepender e recomeçar

A dar um passo atrás, para depois dar dois para frente

 

Os amparadores nos aplaudem em lágrimas

Às vezes somos exemplos para eles

Às vezes somos seu fardo

Não ouvimos as salvas surdas para nossos ouvidos

 

Mas as sentimos como euforia em nossos corações

Num momento de vitória espiritual,

nossa alma brilha

É uma corrente de consciências

 

O fardo dos erros e a luz dos acertos

Caminhamos juntos para sempre

É o coro da evolução entoado por Deus em uma só voz

Criador e criaturas

 

Luz, Luz, Luz, Luz!!!! Muita Luz!

OM Criador!

Dalton e Andréa

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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