Por enquanto, o amor se faz teórico
O bem ainda é artificial
As condutas relativas são vacilantes
Sempre assim é o início…
O bem por interesse
O carma por vingança
O sorriso artificial
É o início de tudo
Perseverando, o prazer da autodoação se instala
As percepções espirituais se aproximam
O bem se torna prático
O amor se transforma em prazer
As condutas se firmam mais retas
O carma dos outros desperta nossa compaixão
A ignorância foi trocada pela luz
Observar a natureza emociona
O Criador pulsa em nosso peito
Nossos erros nos envergonham
A coragem do autoconhecimento nos leva ao autoenfrentamento
Às vezes choramos diante do próprio ego
Como imperfeitos, o caminho continua
Mas já aprendemos a dobrar o orgulho e a pedir desculpas
A se arrepender e recomeçar
A dar um passo atrás, para depois dar dois para frente
Os amparadores nos aplaudem em lágrimas
Às vezes somos exemplos para eles
Às vezes somos seu fardo
Não ouvimos as salvas surdas para nossos ouvidos
Mas as sentimos como euforia em nossos corações
Num momento de vitória espiritual,
nossa alma brilha
É uma corrente de consciências
O fardo dos erros e a luz dos acertos
Caminhamos juntos para sempre
É o coro da evolução entoado por Deus em uma só voz
Criador e criaturas
Luz, Luz, Luz, Luz!!!! Muita Luz!
OM Criador!
Dalton e Andréa
Criador | Nossos | Vezes | Artificial | Condutas | Sempre | Início | Carma | Prazer | Nossa
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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