A SUTILEZA DO SER

A SUTILEZA DO SER

Que os sutis fios invisíveis do amor

Venham nos conectar ao Cosmos de nós mesmos

 

Que o Eterno visível e invisível

Nos conecte ao UM na rede etérea que une todos

 

Que a luz que brilha “dentro”, embora opaca

Vá em direção a luz que brilha “dentro” e “fora” imperecível

 

Que o fio cósmico tecido pelo Absoluto

Cintile o amor sereno por nossas colunas

 

E reverbere lá em baixo no chacra básico em confiança de existir

E ecoe no chacra sexual amainando apegos e desejos…

 

E expanda no chacra umbilical o compartilhar,

Diluindo o que chamamos de “eu” e de “meu” no nós, no Todo…

 

E suba em brilho afetuoso ao chacra cardíaco

Que acolhe e abraça, aprende e ensina a amar

E a cultivar a paz da serenidade operante na fluência do Tao.

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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