Que os sutis fios invisíveis do amor
Venham nos conectar ao Cosmos de nós mesmos
Que o Eterno visível e invisível
Nos conecte ao UM na rede etérea que une todos
Que a luz que brilha “dentro”, embora opaca
Vá em direção a luz que brilha “dentro” e “fora” imperecível
Que o fio cósmico tecido pelo Absoluto
Cintile o amor sereno por nossas colunas
E reverbere lá em baixo no chacra básico em confiança de existir
E ecoe no chacra sexual amainando apegos e desejos…
E expanda no chacra umbilical o compartilhar,
Diluindo o que chamamos de “eu” e de “meu” no nós, no Todo…
E suba em brilho afetuoso ao chacra cardíaco
Que acolhe e abraça, aprende e ensina a amar
E a cultivar a paz da serenidade operante na fluência do Tao.
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Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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