Era uma vez um viajante em busca da verdade suprema,
Cores beatíficas, percepções além do que se estima.
Miríades de Devas entoando pensamentos celestiais,
No oceano cósmico, ele se encontrava em visões astrais.
Arcos-íris siderais espiralavam ao infinito,
No chacra umbilical, a energia em seu ápice aflito.
A fusão do real e imaginário em sua mente,
Manifestações divinas, uma expansão consciente.
O abstrato e o concreto se fundiam numa só realidade,
O vácuo inefável, sublime serenidade.
O céu do coração, estrelas a brilhar,
Perdão e amor, lágrimas e sorrisos a lhe banhar.
Engenheiros siderais, seres de compaixão,
Adentravam seu cardíaco, sem hesitação.
A busca pela luz, dentro de si encontrava,
Deusas entoavam melodias, a criação celebrava.
O Amor sem nome, a Luz que ilumina,
A vida que pulsa, infinita e divina.
O OM do Universo, a expansão sem fim,
O Criador e a criatura unidos no Eu Sou, enfim.
Estrelas e sóis se dissolviam em consciência,
Uma alegria serena, uma sublime essência.
No silêncio profundo, o intelecto desvanecia,
Apenas o sentir, a conexão com a energia.
Busca | Encontrava | Siderais | Energia | Expansão | Sublime | Estrelas | Viajante | Verdade | Suprema
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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