A ALQUIMIA DA VELA

A ALQUIMIA DA VELA

NOTA: Ofereço esse humilde poema consciencial a querida Dra. Jacqueline, Dentista, aluna e amiga de longa data, católica fervorosa, com coração lindo, cheio de boas energias e que sabe sentir e ajudar o próximo. Conversando com ela em meu atendimento, ela me contou a metáfora da vela e trocamos algumas informações espiritualistas muito simples, mas muito afetuosas.

 

A vela faz um trabalho simples,

Ela dá sua “vida” para produzir a luz.

Ela desvela um princípio espiritual profundo,

A alquimia da transformação consciencial.

 

Estamos aqui para aprender com a vela,

A efetuarmos a transformação iniciática da consciência,

Que de esotérica não tem nada,

A transmutar o velho homem de barro no novo homem de ouro,

O velho ego putrefato numa consciência de luz.

 

A sair do lodaçal das emoções densas

Para a serenidade dos sentimentos elevados

A abandonar os apegos egoístas

E abraçar as renúncias inteligentes.

 

Temos que nos “queimar”,

Temos que “derreter” e gerar luz consciencial,

Temos que aprender a nos doar amando aos Mestres no próximo,

Tudo que existe é teu próximo.

 

Quem quer amar a Deus, não faz muitas coisas,
Quem quer evoluir a consciência, não tem muitas tarefas,
Quem quer evoluir espiritualmente, não é muito ocupado,
Quem quer galgar os passos dos Mestres não é sofisticado,
A simplicidade da consciência é o pragmatismo da evolução espiritual.

Que cumpra-se a Lei! – Dalton Campos Roque

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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