NOTA: Ofereço esse humilde poema consciencial a querida Dra. Jacqueline, Dentista, aluna e amiga de longa data, católica fervorosa, com coração lindo, cheio de boas energias e que sabe sentir e ajudar o próximo. Conversando com ela em meu atendimento, ela me contou a metáfora da vela e trocamos algumas informações espiritualistas muito simples, mas muito afetuosas.
A vela faz um trabalho simples,
Ela dá sua “vida” para produzir a luz.
Ela desvela um princípio espiritual profundo,
A alquimia da transformação consciencial.
Estamos aqui para aprender com a vela,
A efetuarmos a transformação iniciática da consciência,
Que de esotérica não tem nada,
A transmutar o velho homem de barro no novo homem de ouro,
O velho ego putrefato numa consciência de luz.
A sair do lodaçal das emoções densas
Para a serenidade dos sentimentos elevados
A abandonar os apegos egoístas
E abraçar as renúncias inteligentes.
Temos que nos “queimar”,
Temos que “derreter” e gerar luz consciencial,
Temos que aprender a nos doar amando aos Mestres no próximo,
Tudo que existe é teu próximo.
Quem quer amar a Deus, não faz muitas coisas,
Quem quer evoluir a consciência, não tem muitas tarefas,
Quem quer evoluir espiritualmente, não é muito ocupado,
Quem quer galgar os passos dos Mestres não é sofisticado,
A simplicidade da consciência é o pragmatismo da evolução espiritual.
Que cumpra-se a Lei! – Dalton Campos Roque
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