QUE TODO AMOR PROSPERE – por Dalton C. Roque
Que todo ódio se dissipe nas nuvens do perdão
Que toda a ânsia de paz seja a Fênix que ressuscite nas cinzas da desesperança
Que toda dor seja remédio efêmero numa consciência eterna
Que toda esperança seja renovada na visão dos novos horizontes
Que nenhum amor que se foi, seja maior que o próprio amor, o auto amor
Que cada perda, seja um novo motivador para busca de novas possibilidades
Que nunca falte a presença de Anjos em seu viver
Que nenhuma voz cale tua alma e abafe sua vontade de viver
Que a fortuna da dignidade seja sua bênção
Que na dor ou na solidão sempre haja força e esperança de viver
Que as mãos e as almas se estendam em solidariedade na sabedoria e inteligência de aliviarem a si mesmas
Que o natural fardo da vida seja aliviado pelas brisas das canções balsâmicas nas harpas dos Devas.
Dalton Campos Roque, Curitiba, PR, 16/10/2021
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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime.
Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim
de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma,
outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
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