Estrelinhas divinas

ESTRELINHAS DIVINAS

Este livro está a disposição grátis a todos, para baixar, em PDF, a pedidos das amparadoras das Hostes da Mãe Divina. Em sequência já postarei todos os textos que ainda estão sendo digitados, oriundos de rascunhos em esferográfica. A intensão é melhorar as energias do Brasil e do planeta. – Disponível aqui em nossa Página BAIXE GRÁTIS


Estrelinhas divinas

Ah, esses olhinhos!

Ah, esses narizinhos!

Esses sorrisos marotos.

Esse jeitinho faceiro…

É você mesmo criança!

É você menininha!

É você garotinho!

São vocês estrelinhas…

Vocês vieram do céu através de dois portais sagrados;

O primeiro portal é o coração da Mãe Divina;

O segundo portal foi o amor da mamãe terrena.

E eclodiram num berço chamado família.

E, em volta de ti, todos os olhos brilharam.

Vocês brindaram mais uma estrelinha na terra que veio iluminar os canteiros de seus corações.

Vocês se preocuparam quando a estrelinha ficou dodói;

Vocês passaram noites sem dormir, tendo que levantar cedo no dia seguinte;

Vocês jogaram bola e brincaram de correr;

Vocês andaram juntos pelos parques e não dava para discernir qual coração carregava quem.

Será o coração da estrelinha que carrega a mamãe?

Ou será o coração da mamãe que carrega a estrelinha?

Mas uma coisa eu sei, e o coração da Mãe Divina que carrega a todos.

Também há estrelas chamadas “papai” e elas também iluminam todo lar.

As vezes essas estrelas “papai” são mais arteiras que as estrelinhas e fazem muita arte.

E como mamãe fica brava!

Isso mamãe, ponha ordem no céu!

Cada estrelinha tem seu lugar nessa abóboda celeste familiar.

Nota: não um padrão típico chamado família. Família, é quando há mais de uma pessoa que moram juntas com amor.


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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