As estrelinhas abortadas

AS ESTRELINHAS ABORTADAS

Este livro está a disposição grátis a todos, para baixar, em PDF, a pedidos das amparadoras das Hostes da Mãe Divina. Em sequência já postarei todos os textos que ainda estão sendo digitados, oriundos de rascunhos em esferográfica. A intensão é melhorar as energias do Brasil e do planeta. – Disponível aqui em nossa Página BAIXE GRÁTIS


As Estrelinhas abortadas

Papai do céu tem uma grande fábrica lá no “alto”;

Trabalham com Ele muitas cegonhas.

Elas transportam muitas estrelinhas;

A Mãe Divina garante a entrega até o “colo interno” da mamãe.

Nós não podemos julgar nada, afinal o amor de que falamos é incondicional, não é mesmo?

E depois que a cegonha, com a proteção da Mãe Divina, deposita aquela estrelinha no útero da mamãe, apenas ela, a mamãe, pode decidir o que fazer com a gestação.

Não julguemos as mamães que não puderam – por todos ou quaisquer motivos – receber no colo as estrelinhas que re3ceberam em seus úteros.

Eu acho que existem dois céus. Há um céu para as estrelinhas que se foram e um SUPER CÉU para as estrelinhas abortadas.

Elas chegam ao colo do Papai do céu, onde a Mãe Divina as pega, as beija, as consola, as curam e as guardam forte dentro de Seu coração.

Quando elas voltarem para cá para “baixo”, elas terão um brilho ainda maior.

Um dia, lá na frente, elas voltarão para iluminar a vida da mamãe e do papai, que não puderam antes…

Se desta vez papai e mamãe aceitarem, serão 3 SUPER ESTRELAS do céu no coração e nas asas da Mãe Divina; e a Mãe Divina os abençoará para sempre!

 


Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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