LIVRO Reflexões sobre a Egrégora de Ramatís

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RAMATÍS • UNIVERSALISMO • DISCERNIMENTO

Reflexões sobre Ramatís e sua Egrégora

Ponderações sobre o Universalismo e o Espiritualismo em geral

Cosmoética no exercício do dharma discernidor e cooperativo

Uma análise crítica, fraterna e universalista sobre Ramatís, seus médiuns, seus leitores e o campo consciencial formado ao redor de sua obra.

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Um estudo em áudio sobre Ramatís, sua egrégora, o universalismo, a responsabilidade mediúnica e a proposta central da obra.

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Ficha da obra

Título Reflexões sobre Ramatís e sua Egrégora
Subtítulo Ponderações sobre o Universalismo e o Espiritualismo em geral
Autoria declarada Dalton Campos Roque, Andréa Lúcia da Silva e Ramatís
Natureza da obra Obra anímico-mediúnica
Edição 1ª edição
Ano 2024
Local de publicação Cabo Frio, Rio de Janeiro, Brasil
Extensão 240 páginas
Formato 14,8 × 21 cm
ISBN 978-65-00-96940-5
ASIN B0CTHPP2B9
CDD 133.9
Assuntos catalogados Ciências ocultas, espiritualidade e espiritismo
Temas centrais Ramatís, egrégora espiritual, mediunidade, universalismo, fanatismo, discernimento, fraternidade, dharma e responsabilidade consciencial
Formatos disponíveis Livro impresso e e-book Kindle

Apresentação da obra

Reflexões sobre Ramatís e sua Egrégora examina o universo formado ao redor da obra, dos médiuns, dos leitores e das interpretações associadas a Ramatís. O estudo parte do reconhecimento do valor de seus ensinamentos, mantendo liberdade suficiente para analisar criticamente os comportamentos humanos que surgem em torno de qualquer referência espiritual.

A obra dirige suas ponderações tanto aos críticos que rejeitam Ramatís por preconceito, ortodoxia ou leitura superficial quanto aos admiradores que transformam respeito em fanatismo, exclusividade ou disputa de autoridade. Em ambos os extremos, perde-se o espírito universalista que deveria orientar a relação com o conhecimento.

O eixo do livro está no discernimento consciencial. A mensagem espiritual pode ser elevada, porém sua interpretação passa pelas limitações, expectativas, emoções, crenças e interesses do médium, do grupo e do leitor. Por essa razão, fraternidade, autocrítica e responsabilidade pessoal tornam-se condições fundamentais para o estudo maduro.

O que é uma egrégora

Uma egrégora pode ser compreendida como um campo coletivo formado pela convergência de pensamentos, emoções, intenções, memórias, símbolos, vínculos e energias de consciências reunidas ao redor de uma referência comum.


Ideias


Emoções


Sintonia


Campo coletivo


Influência recíproca

A egrégora não pertence a uma pessoa

O campo associado a um mentor espiritual não se reduz ao próprio mentor. Ele envolve médiuns, grupos, leitores, instituições, pesquisadores, simpatizantes, críticos e consciências extrafísicas ligadas ao mesmo conjunto de ideias. Cada participante acrescenta algo ao ambiente coletivo, seja lucidez, fraternidade e serviço, seja vaidade, rivalidade e confusão.

Essa compreensão desloca o problema da idolatria. Nenhum médium, grupo ou intérprete pode declarar-se proprietário exclusivo de Ramatís, de sua mensagem ou de sua egrégora. A qualidade da participação depende do serviço prestado, da coerência ética e da capacidade de cooperar sem criar castas espirituais.

O vínculo com uma referência elevada não transfere automaticamente elevação a quem a representa. A afinidade nominal precisa ser acompanhada por maturidade, fraternidade, discernimento e frutos concretos.

Quatro fundamentos da obra

O estudo combina respeito à mensagem espiritual com análise responsável das interpretações humanas.


Universalismo


Conhecimento livre de fronteiras religiosas, clubismos, exclusividades e pretensões de superioridade grupal.

Discernimento


Capacidade de examinar mensagens, médiuns, fontes, contextos, interesses e resultados sem credulidade automática.

Fraternidade


Possibilidade de discordar sem destruir vínculos, humilhar pessoas ou transformar diferenças em guerras doutrinárias.

Responsabilidade


Reconhecimento de que médiuns, autores, dirigentes e leitores respondem pela forma como interpretam e divulgam conteúdos espirituais.

Entre críticos e fanáticos

Crítica preconceituosa
Rejeita Ramatís sem examinar adequadamente sua obra, frequentemente a partir de ortodoxias religiosas, disputas doutrinárias ou resistência a referências orientais e universalistas.
Fanatismo favorável
Transforma admiração em culto, procura estabelecer médiuns privilegiados, cria disputas de legitimidade e atribui autoridade absoluta a interpretações humanas.
Discernimento universalista
Reconhece o valor da mensagem, preserva a liberdade de pensamento, admite divergências e avalia cada contribuição por sua coerência, ética e utilidade evolutiva.

A responsabilidade é sempre do encarnado

Uma mensagem mediúnica não chega ao mundo físico sem atravessar a estrutura psíquica, cultural, emocional e intelectual do médium. Mesmo quando a inspiração espiritual é legítima, sua transmissão pode receber interferências, adaptações, limitações e interpretações humanas.

O nome de um mentor não absolve o médium da responsabilidade pelo que publica, nem dispensa o leitor de analisar o conteúdo recebido. A autoridade espiritual declarada não encerra o exame; ao contrário, aumenta a necessidade de prudência e responsabilidade.

O valor de uma mensagem aparece em sua coerência, em sua qualidade ética, em sua capacidade de ampliar a consciência e nos frutos que produz, não apenas na assinatura extrafísica que lhe foi atribuída.

O evangelho da consciência

A obra propõe uma espiritualidade capaz de atravessar religiões, escolas e tradições sem exigir adesão a uma identidade coletiva fechada.

O critério central está na consciência, na ética, na fraternidade, na reforma íntima e na qualidade do serviço prestado, porque o universalismo perde sua essência quando se converte em nova forma de separação.

Ramatís responde a 41 perguntas

Uma parte expressiva da obra reúne respostas atribuídas a Ramatís para questões formuladas pelo médium-autor. Esse núcleo amplia o livro para além da análise do movimento ramatisiano, permitindo abordar espiritualidade, mediunidade, universalismo, evolução, vida extrafísica e diferentes interpretações de sua mensagem.

As respostas são apresentadas dentro da natureza anímico-mediúnica declarada pelo próprio livro, preservando a responsabilidade autoral e oferecendo ao leitor elementos para reflexão, comparação e autopesquisa.

Temas percorridos

O livro articula reflexão doutrinária, vivência mediúnica, crítica ao fanatismo e análise do movimento formado ao redor de Ramatís.


Discernimento e boa vontade


Responsabilidade mediúnica


Discordâncias saudáveis


A casta ramatista


Síndrome do mais evoluído


O estilo Ramatís


Universalismo


Fraternidade


Custo-benefício da caridade


Multiversos e vida em Marte


Atualizações mediúnicas

Estudos e conversas sobre a obra

Conteúdos complementares para conhecer o contexto, a proposta e a recepção do livro.

Para quem é este livro

  • Leitores das obras de Ramatís interessados em compreender sua egrégora com maior profundidade.
  • Médiuns, dirigentes e participantes de grupos espiritualistas.
  • Pessoas que desejam diferenciar admiração, afinidade espiritual, devoção e fanatismo.
  • Estudantes de mediunidade, universalismo, espiritualismo e discernimento consciencial.
  • Críticos de Ramatís dispostos a examinar o tema sem preconceitos ou ortodoxias.
  • Admiradores de Ramatís que preservam a liberdade de pensamento e a possibilidade de discordância fraterna.

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Sobre os autores

Dalton Campos Roque é escritor, engenheiro, editor, médium intuitivo, projetor astral e pesquisador da consciência. Sua produção aborda karma, dharma, mediunidade, bioenergias, viagem astral, apometria, natureza e espiritualidade universalista.

Andréa Lúcia da Silva participa da autoria e do desenvolvimento editorial da obra, compondo com Dalton a análise humana, reflexiva e consciencial apresentada no livro.

Ramatís integra a autoria espiritual declarada na própria publicação, dentro da natureza anímico-mediúnica assumida pelos autores.

Ramatís não precisa de culto, exclusividade ou disputa. Sua mensagem pede consciência.

Uma obra para quem deseja estudar a egrégora de Ramatís com respeito, liberdade de pensamento, fraternidade e discernimento consciencial.


Conhecer Reflexões sobre Ramatís e sua Egrégora

Dalton Campos Roque | Andréa Lúcia da Silva
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