PRINCÍPIOS DO NÃO-DHARMA E DO DHARMA

HIPÓTESES SUBJETIVAS – PRINCÍPIOS DO NÃO-DHARMA E DO DHARMA

Este trabalho é uma síntese inacabada, portanto não é detalhada, não é aprofundada e é generalista.

Sinônimos:

Dharma, darma, missão de vida, missão da alma, propósito de vida, proéxis, programaçãoe xistencial, projeto reencarnatório, projeto energético, projeto consciencial, missão consciencial, propósito consciencial, programa da alma, projeto da alma, missão  espiritual (que nada tem a ver com religião), propósito de aprendizado reencarnatório, lição de vida, projeto para o aprendizado existencial da alma, lição do autoconhecimento contínuo da alma, autopercepção do papel consciencial convergindo para o coletivo, etc.

O EGO é um programa de vida externo, o DHARMA é um projeto interno (SELF, CONSCIÊNCIA).

  1. O dharma é antes e prioritariamente interno que externo, portanto, envolve autoconhecimento, auto aperfeiçoamento e auto superação;
  2. O propósito de qualquer missão de vida é sempre orientado ao coletivo, seja por vias diretas ou indiretas;
  3. Nenhum capitalismo, materialismo ou busca pelo poder é dharma em nenhuma instância, apenas consequência de outros fatores não discutidos aqui;
  4. Pobreza, miséria e carência também NÃO são dharma, apenas consequência de outros fatores não discutidos aqui;
  5. Isolamento e fuga física, emocional ou psíquica também não são dharma, apenas consequências de opções e fatores relativos;
  6. Do ponto de vista coletivo consciencial maior, não existe um dharma maior, melhor ou mais importante do que outro, esta é uma mini visão do ego anti-dharma, afinal somos todos minipeças iguais de um maxi mecanismo único;
  7. O ego tem um programa externo cuja função é a manutenção da sobrevivência social e não tem nada a ver com o programa interno ou dharma real, no entanto, ele pode estar alinhado com o dharma real ou missão de vida;
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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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