É preciso ter fé em si mesmo (autoconfiança), em seu valor (autoestima), em sua espiritualidade (consciencialidade) e não acreditar nos outros, em autores, em livros, em religiões, em médiuns, em projetores conscientes cegamente.
Nenhum livro detém a verdade absoluta (dogma) ou a verdade relativa inatingível (dogma moderno), muito menos a Bíblia, que é um livro transliterado, traduzido diversas vezes e reescrito por diversas culturas e religiões que a adequaram a sua época, linguagem e interesses proselitistas e comerciais.
Se mesmo sem provas dizem, que os autores da Bíblia estavam sobre o efeito do Espírito Santo, eu digo que estou sobre o efeito do mesmo aqui e agora em cima destas linhas (apenas como argumento). Se me provarem que eles estavam com o Espírito Santo eu também provarei de minha parte. Fé sem análise e isenção se torna ingenuidade.
Acreditar em dogma é fé da pior qualidade. Abrir a mente e o coração à ciência é sabedoria. Você tem que acreditar em você, em seu amparador e na justiça Divina (algo que quase ninguém faz apesar de religioso).
O negócio é trocar a fé pela convicção íntima, pela certeza pessoal, pela vivência pessoal, pela experiência íntima intransferível, que aumenta as percepções e parapercepções conscienciais.
Eu por exemplo, não acredito em espíritos, pois não tenho fé, como eu os percebo, os ouço e os sinto, eu possuo certeza, convicção íntima. Você não tem que acreditar em mim, você tem que questionar, criticar até ampliar seu nível de percepção. Quem utiliza a fé para acreditar numa possível coisa boa, pode errar e acreditar em uma possível coisa ruim, pois não pode ver nem constatar e fica às cegas.
Acreditar | Dogma | íntima | Autores | Religiões | Livro | Verdade | Bíblia | Diversas | Estavam
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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