GOTAS DE SABER CONSCIENCIAL

TUDO QUE VEM DA ESPIRITUALIDADE TEM QUE SER DE GRAÇA

Há muito misticismo e consciência de culpa em certos meios, que acreditam que só o paternalismo é que vale. O paternalismo só incentiva a preguiça mental, evita com que as pessoas se mexam, que mobilizem esforço maior, iniciem uma reforma íntima, etc.

O problema maior é certos embusteiros que fingem serem médiuns e enganam aos incautos. Há ainda os médiuns verdadeiros, que comercializam a mediunidade de forma leviana e antiética. Pois há encomenda de curas preguiçosas e milagrosas, promessas falsas, despachos desnecessários, e outros incontáveis absurdos.

Nós acreditamos que todos devem fazer a sua parte, fazendo o bem de graça, mas trabalhar fazendo o bem ganhando com dignidade. Se for indigno cobrar para fazer o bem, talvez achem digno cobrar para fazer o mal.

Há médiuns e/ou espiritualistas dignos, que fizeram de sua mediunidade/espiritualidade um meio de sobrevivência digno, fazendo o que gostam, e ainda ajudando as pessoas sem embuste, mercantilismo exacerbado ou mentira. Ajudar as pessoas sempre gera despesas, e o ideal é que possamos unir trabalho, lazer, motivação e assistência às pessoas.

Há espiritualistas que programaram em seu curso intermissivo não cobrarem seus bons serviços e assim devem proceder, mas há os que programaram viver de sua produção consciencial e ainda foram ajudados pelos espíritos em suas colônia espiritual de origem.

O tarefeiro que sobrevive desses serviços conscienciais do bem, com certeza favorece número maior de pessoas, do que se trabalhasse em outra profissão, e em tempo menor disponível fizesse atendimentos gratuitos. Uma maior dedicação faz crescer a produção em qualidade e quantidade gerando mais frutos conscienciais.

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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