Há grupos organizados e chiques que usam seus imponentes ternos pretos, outros que usam seus jalecos brancos com ares de cientistas e ainda crachás de “pesquisadores” orgulhosos. Outros usam turbantes e até barbas imponentes.
São as divisas da hierarquia dos iniciados no orgulho e da vaidade humana. É bom deixar claro que rótulo não é conteúdo e que espiritualidade não é desfile, uniformização ou ostentação. Valemos pelas nossas boas obras que são frutos de nossos pensenes.
Qualquer pessoa medíocre pode usar um terno preto ou um jaleco branco, pessoalmente, prefiro vestir uma aura branca, os ideais superiores não precisam de supervisores paramentados.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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