Há uma linha de pensamento que é um tanto radical e limitada em suas colocações. Ela acredita que não se deve adotar uma criança, pois o karma dela está traçado, etc. Pensando desta forma então não podemos e nem precisamos fazer mais nada, pois tudo está traçado!
Este pensamento nos torna robôs dentro de um fatalismo inexorável. Onde entra o livre-arbítrio? Onde entra a fraternidade? Onde entra a espiritualidade? Cada karma (positivo e/ou negativo) possui ao menos três faixas: uma inexorável, uma relativa e uma positiva.
Devemos sempre que possível e dentro de nossa realidade e possibilidade relativas, tentar perdoar e fazermos o melhor para servir e ajudar a nossos irmãos de evolução sem nos bitolarmos nessas posturas tão incautas e néscias.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.

