Há uma linha de pensamento que é um tanto radical e limitada em suas colocações. Ela acredita que não se deve adotar uma criança, pois o karma dela está traçado, etc. Pensando desta forma então não podemos e nem precisamos fazer mais nada, pois tudo está traçado!
Este pensamento nos torna robôs dentro de um fatalismo inexorável. Onde entra o livre-arbítrio? Onde entra a fraternidade? Onde entra a espiritualidade? Cada karma (positivo e/ou negativo) possui ao menos três faixas: uma inexorável, uma relativa e uma positiva.
Devemos sempre que possível e dentro de nossa realidade e possibilidade relativas, tentar perdoar e fazermos o melhor para servir e ajudar a nossos irmãos de evolução sem nos bitolarmos nessas posturas tão incautas e néscias.

