Aqui não estamos avaliando situações cotidianas, simples e irrisórias, como um esbarrão na rua, um deslize desproposital, mas de situações de teor emocional mais forte. Infelizmente há quem não goste de receber desculpas, pois seu ego orgulhoso, não admite ter que pedi-las.
Há pessoas que passam a quilômetros da possibilidade de pedir desculpas e jamais reconhecem seus erros. Há quem seja tão covarde, que não pede desculpas, nem quando reconhece seu próprio erro, então para não ter que pedi-las, assume uma postura simpática, doce e quase servil por alguns momentos, aliviando suas culpas interiores, mas ainda assim sem vencer seus egos dracônicos.
Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime.
Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim
de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma,
outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.
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