GOTAS DE SABER CONSCIENCIAL

“DESPERTAR OS CHACRAS É PERIGOSO”

Algumas pessoas com as bioenergias embotadas, que não sentem ou percebem nada espiritual, possuem crenças cognitivas e intelectuais. Elas creem que trabalhar os chacras é perigoso. Alguns grupos possuem egoísmo intelectual, detém o conhecimento, mas os desejam manter fechados para satisfação de um orgulho grupuscular, às vezes até “esotérico” e iniciático.

Nenhuma delas possui a fraternidade ou assistencialidade de servir, esclarecer e instruir as pessoas, de as ajudarem a vencer a inércia consciencial e o medo, por desconhecer as verdadeiras experiências.

Se a espiritualidade, o desenvolvimento bioenergético, dos chacras, etc., das experiências fora do corpo são naturais e inevitáveis, fisiológicos e parafisiológicos no caminho da evolução consciencial, então porquê esconder o conhecimento? Atitude leviana e irresponsável, que, aliás, gera karma negativo. Há grupos que estão fazendo o mesmo com a Apometria.

Devemos incentivar que as pessoas estudem, não apenas intelectual e cognitivamente, mas efetuem práticas bioenergéticas e despertem seus chacras e desenvolvam a lucidez extrafísica, (fora do corpo), em suas experiências astrais, se possível de forma lúcida e rememorada. Só assim a humanidade vencerá os dogmas bolorentos, as instituições superiores, as verdades de ponta, as lavagens cerebrais dissimuladas, a manipulação gurulátrica e o paradigma cartesiano.

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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