É uma palavra em sânscrito que significa “círculo”. Mandala é um Yantra. Sua estrutura de combinações variadas de círculos, quadrados e triângulos em torno de um centro simbolizam a união do plano espiritual com o material, servindo para organizar visões religiosas e metafísicas do mundo, sistemas cósmicos e simbólicos, assim como fatores de nossa psique.
Carl Jung estudou as mandalas e descobriu que as pessoas ao lidarem com elas acessam os arquétipos da humanidade, gerando introspecção e autocura. Algumas religiões orientais as utilizam para auxílio nas meditações e alguns projetores a utilizam para dinamizarem suas saídas conscientes nas viagens astrais. Há mandalas que favorecem este ou aquele chacra, este ou aquele nádi, intensificando o fluxo sadio de energia no mesmo.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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