Mandala

É uma palavra em sânscrito que significa “círculo”. Mandala é um Yantra. Sua estrutura de combinações variadas de círculos, quadrados e triângulos em torno de um centro simbolizam a união do plano espiritual com o material, servindo para organizar visões religiosas e metafísicas do mundo, sistemas cósmicos e simbólicos, assim como fatores de nossa psique.

Carl Jung estudou as mandalas e descobriu que as pessoas ao lidarem com elas acessam os arquétipos da humanidade, gerando introspecção e autocura. Algumas religiões orientais as utilizam para auxílio nas meditações e alguns projetores a utilizam para dinamizarem suas saídas conscientes nas viagens astrais. Há mandalas que favorecem este ou aquele chacra, este ou aquele nádi, intensificando o fluxo sadio de energia no mesmo.

Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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