Propósito x Ação,
Consciência x Ego,
Ser x Ter,
Ser espiritualista genuíno x Ser espiritualista comercial e por aí vai…
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Alguns espiritualistas que possuem história, frutos e gestação consciencial relevante, podem não conseguir obter os merecidos fundos e reconhecimento que deveriam com a idoneidade e qualidade consciencial de seus trabalhos, mesmo militando de forma cosmoética em seus dharmas. Por outro lado, há “espiritualistas” que são apenas comerciantes, não possuem dharma nenhum, mas ganham muito dinheiro e vivem apenas de seu trabalho. O que gera essa disparidade? Porque muitos “espiritualistas” superficiais, massificadores, usuários de termos chiques e empolados da new age seduzem mais os incautos, que os espiritualistas idôneos, conseguem “seduzir” o público também idôneo?
Discorro sobre isso em meu vídeo. Onde você se encaixa?
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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