Não me julgues,
Não me condenes,
Atrás de um ser, uma história
Que você não compreende.
Ouse pisar em minhas pegadas
E chorar as minhas lágrimas.
Se tiver coragem,
Sue o meu suor e verta meu sangue.
Muitos erros em muitas vidas,
Minhos descaminhos existenciais
Muitas dores, muitas artes…
Artes sim, artísticas.
Misticismos populares
Crenças, erros e opiniões.
Sou apenas um ser, um espelho
Que tu julgas com tuas frustrações
Sou apenas a transferência de teus egos
Que se veem em mim.
Ouça essas notas,
Ouça essas canções que tua emoção admira,
E veja a ti em mim.
Dalton Campos Roque,
Ao ouvir a música de um “Homem Livro” no Facebook, poeta emotivo, ousado e incorrigivel.
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Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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