DE MÃOS DADAS
Vou subindo de mansinho como a água que percola lentamente nos poros das rochas. Vou meditando no silêncio das horas, ora introspectivo em minhas linhas, ora reflexivo em meu teclado. Diante das dificuldades, ora motivado, ora não, prossigo em caminho flexível e forte. Enquanto “ouço” a flauta de Krishna na testa, sinto o











