AMIGO DE DHARMA

AMIGO DE DHARMA

Amigo de dharma,

Que os ventos de luz continuem a soprar em teus ouvidos.
Que este sol mágico permaneça a iluminar tua alma.
Que de mãos dadas, possamos nos enveredar pelas subidas ásperas e difícieis, dentre os homens, que não nos compreendem.
Mesmo estando distantes fisicamente, que tenhamos a boa vontade de estender as mãos, quando um de nós estiver caído.

A estabilidade e o trabalho operoso se forma pela comunhão das minipeças.
A humildade só se estabelece, quando há autoconsciência.
A crítica se exterioriza de egos cultos e intelectuais, que não sabem sentir a alma.
Não tenhamos vergonha de nos vergarmos para não quebrarmos,

E sem ostentar vaidade, mesmo portadores de mil defeitos, não sentir medo das críticas levianas.
Que suportemos a coragem de assumir, que em muitos momentos manisfestamos a voz e a escrita de respeitáveis espíritos de luz, mesmo ainda estando muito, muito aquém destes,

E mesmo que não consigamos cortar a cabeça do próprio ego instantaneamente, que o coloquemos a serviço da luz, entre os percalços da vida.
Amigo de dharma,

Humilde eu te chamo: eu preciso de você!
Sincero me ofereço: conte comigo.

Sem a tão comum e leviana hipocrisia social, eu sei que temos diferenças e semelhanças, virtudes e defeitos, mas peço que me ajudade a celebrar as diferenças e a encontrar a sinergia positiva nas semelhanças e objetivos,
Entre os dharmas complementares de nossas vidas.

Os dharmas do coração, fazem nos sentir sós, dentro de nós mesmos,
Os dharmas do servir, nos remetem a uma saudosa melancolia transcedental, ao olharmos as estrelas,
Os dharmas da humildade, nos envolvem em um sentimento de estrangeiro dentro da multidão.

A multidão sorri, se abastando na matéria, nós choramos diante do autoconhecimento consciencial, desejando ir mais além.
Não há consolo e muito menos autopiedade… Apenas trabalho.
Trocamos o peso e o fardo do karma, pelas bênçãos e o “fardo” do dharma.

Abençoadas sejam nossas vidas, e a coragem vulcânica de assumirmos quem somos, na megapretensão humilde de servir a LUZ.

Carregando piano no dharma da vida, cavando minhoca no asfalto, com lágrimas secas na força de vontade, agradeço a meus companheiros, parceiros, colegas, amigos e irmãos, talvez os únicos, que confiaram em nosso trabalho, ainda surdo e silencioso.

Se eu o ofendi ou magoei, peço desculpas, mas não desacelero meu projeto e nem baixo a cabeça. Sim, eu baixo a cabeça, …, no trabalho.

Muito humildemente,
Dalton – 28/02/2004 – Curitiba – www.consciencial.org

O que você achou?

Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

Deixe um comentário

Comentário (requerido)

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Nome (requerido)
E-mail (requerido)