ESTOU FORA DO CORPO. E AGORA VIAGEM ASTRAL FÁCIL.

PARTE 1 – ESTOU FORA DO CORPO. E AGORA? VIAGEM ASTRAL FÁCIL. FINAMENTE OBRA LANÇADA.

Estou Fora do Corpo, e agora? é um livro que vai direto ao assunto.

Esta é uma obra redigida com intensões de inspirar o leitor as projeções astrais lúcidas, ou seja, de tentar induzir as projeções sem precisar das práticas pesadas e muito disciplinadas. É uma obra leve de ler, fácil e de conteúdo prático.

Disponível impresso no Clube de Autores – https://clubedeautores.com.br/livro/estou-fora-do-corpo-e-agora

Ataca de frente as principais questões da projeção astral.

Traz dicas rápidas, inteligentes e super fáceis de serem utilizadas.

Nada mirabolante e sofisticado, coisa simples, direta e intuitiva.

Não enfeitamos o texto e nem usamos de muita retórica, vamos direto ao que interessa.

Ao final da obra, o espírito Ramatís envia um recado a todos os projetores astrais do mundo, intuindo o autor Dalton em psicografia.

Desafiando a criatividade e sabendo que existe um público para as viagens astrais, que não curte as técnicas bioenergéticas frias e chatas, o autor pensou numa obra que utilizasse do recurso da inspiração, que se vale também dos melhores potenciais do hemisfério cerebral direito, que é mais intuitivo e solto. Relaxe e aproveite.

Experiente autor de 24 obras espiritualistas universalistas e professor (tanto de informática quanto de “consciência” há mais de 26 anos) revela casos projetivos mais interessantes.

Disponível impresso no Clube de Autores – https://clubedeautores.com.br/livro/estou-fora-do-corpo-e-agora


Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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