SOMOS SONS E AS PLAVRAS SÃO SEMENTES

SOMOS SONS E AS PALAVRAS SÃO SEMENTES

Pronunciar “*Sinto muito*” devolve a unidade perdida ao viajar pela tua pele, que é o órgão mais extenso, que te conecta e te faz sensível frente às vivências dos demais, te desapega dos resultados e te converte em unidade.

O som “*Perdão*”, perdoa-me, faz eco em teu pâncreas e em teu cólon desatando laços, liberando histórias

E se pudesses ver o que mobiliza um “*Agradeço*”, Sou Grata, sorririas junto a todas as células do teu corpo sacudindo suas veias, convertendo teu sangue em luz nesse ato desprendido

“*TE AMO*” é o som mais curador do Universo… Esta frase cobre teu corpo e viaja através de teus pulmões desobstruindo tua respiração… Percorre teus rins transmutando os medos e faz com que milhões de células sorridentes deem energia às células tristes de teu sistema imunológico, ou com que algumas outras que nasceram com a arte da jardinagem, semeiem relva suave, fresca e verde ao redor das zonas mais áridas do teu corpo

Se pudesses ver o que provocam as palavras em ti e nos demais, começarias a observar teus pensamentos, teus silêncios, teus sons e teus ruídos porque neste oceano de energia que somos, cada onda que emites cria ondas de diversas cores influenciando aos demais….

Sinto muito  Perdoa-me  Agradeço  Te Amo

*Devem ser palavras cotidianas em nosso vocabulário*

Texto da Hopono Hopono

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Demais | Células | Corpo | Sinto | Unidade | Perdoa | Pudesses | Agradeço | Energia | Palavras
Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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