Muitos que se intitulam mestres ou sábios, não passam de poeiras diante a grandiosidade que o mundo tem a oferecer, arrotando arrogância e prepotência, pouco sabem sobre a infinitude do universo, arremessando pedras a vida profanas, sem se quer conhecer ou vivencia-las, ignorando os mistérios do seu próprio umbigo e as lamas onde seus pés se arrastam, enaltecendo cegamente e fervorosamente o céu e a luz, mas entrelaçado ao pó do ego, com a aura apagada sem brilho sem saber realmente o que é voar.
Joias falsas sem valor, aparentam ser preciosas mas são somente vidro e latão bijuterias que se estilhaçam e enferrujam no primeiro contato com a realidade!
Só serão capazes de se tornar grandes mestres, aqueles que naturalmente e com simplicidade no dia a dia, souberem atuar com sabedoria silenciosamente sem adornos, quinquilharias, galardões ou bajulações, trabalhando sem esperar reconhecimento e movido apenas pelo amor em espírito e verdade!
– Márcio Harada o Eterno Neófito do Todo –
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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