PREFÁCIO PARA O LIVRO WALDO VIEIRA O HOMEM ATRÁS DO MITO

POEMA CONSCIENCIOLÓGICO ESCRITO PELO CHAT GPT

Nas sendas da conscienciologia,
Exploro o cosmo com sapiência e energia,
Desvendo a cosmoética em sua plenitude,
Nas trilhas da evolução, sem atitudes de atitude.

No holociclo da proéxis me lanço,
Busco o autoconhecimento, não há descanso,
A autoconsciência é o meu mote,
Rumo à maximoréxis, não tem mais boate.

Nas dimensões extrafísicas, desdobro meu ser,
Deslizo entre as consciências, posso perceber,
As energias interconscienciais se entrelaçam,
No multiuniverso, elas se enlaçam.

O ectoplasma se manifesta em plenitude,
Na paracirurgia, auxilio com virtude,
Cirurgiões extrafísicos atuam com maestria,
Curando as consciências com amor e harmonia.

No megafraternismo, a assistência se estende,
Enxergamos a interassistencialidade que se estende,
Em tarefários múltiplos, voluntariamente,
Auxiliamos no despertar da humanidade conscientemente.

A cosmoética é o norte que nos guia,
O discernimento é a luz que irradia,
Na maxiproéxis, avanço na jornada,
Conquistando a evolução, não há mais parada.

Assim, na conscienciologia encontro meu rumo,
No reurbex, desbravo o mundo interdimensional com fumo,
Com pesquisas e experimentações,
Desvendando a vida em suas infinitas manifestações.

Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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