MÃE TARA, MÃE YEMANJÁ E O PADRINHO CHICO DE ASSIS

MÃE TARA, MÃE YEMANJÁ E O PADRINHO CHICO DE ASSIS

(NAS ONDAS DA MUNDIAL… NAS ONDAS DO AMOR…)

http://www.ippb.org.br/textos/688-mae-tara-mae-yemanja-e-o-padrinho-chico-de-assis
– Por Wagner Borges –

Ela veio lá do Oriente espiritual, acima da cadeia montanhosa do Hymalaya, surfando nas ondas de serenidade e contentamento dos Budas e Bodhisatvas.

Acima do litoral brasileiro, encontrou-se com a Mãe das águas.

E, juntas, na mesma luz, Tara e Yemanjá voaram até São Paulo.

Em plena Avenida Paulista, juntou-se a elas o doce Francisco de Assis.

Sob a inspiração divina, os três entraram na Rádio Mundial.

Invisíveis aos olhos da carne, eles entraram nos estúdios e encheram o ambiente de amor e cura. Estenderam as mãos e irradiaram a luz pelos microfones da rádio.

Então, as energias fluíram para as antenas, e daí aos corações dos ouvintes.

E, por onde essas energias chegaram, o amor se fez presente.

Uma era budista; a outra, umbandista; e o outro era cristão.

Mas os três estavam ali, juntos, em nome do AMOR QUE AMA SEM NOME!

Sim, eles estavam sob a inspiração do amor incondicional, que não olha credo, raça ou condição de ninguém.

O amor que une!

O amor que alegra o coração!

O amor que inspira essa “viagem espiritual”, nas ondas da Mundial!

E o amor, é o amor!

Mãe Tara, Mãe Yemanjá e Padrinho Chico de Assis, nas ondas da Mundial…

P.S.:

Salve Tara! Om Tare Tutare Ture Svohá!
Saravá, Yemajá! Odoiyá!
Salve, Chiquinho de Jesus! Amém!

Paz e Luz.

São Paulo, 09 de março de 2006.

Nota:

Esse texto foi escrito de improviso dentro dos estúdios da Rádio Mundial, durante a apresentação do programa “Viagem Espiritual”. Enquanto rolava no som o mantra de Tara, Om Tare Tutare Ture Svohá, eu escrevia essas linhas ali mesmo, inspirado por aquele AMOR QUE AMA SEM NOME.

* Bodhisatvas (do sânscrito): São aqueles seres bondosos que estão perto de se tornarem Budas (Iluminados). Para facilitar a explicação, podemos dizer que eles são canais espirituais (avatares) conscientes do amor de todos os Budas.
Dentro do contexto do Budismo Tibetano, há três Bodhisatvas muito queridos pelos devotos: Manjushri, o Senhor da Sabedoria; Avalokitesvara, o Senhor da Compaixão (criador do mantra da compaixão: Om Mani Padme Hum); e Tara, a Senhora da cura, da energia e da alegria.
O mantra de Tara é “Om Tare Tutare Ture Sohá!”

* Yemanjá: No Brasil, Yemanjá está associada ao mar, embora na África esteja mais vinculada à desembocadura dos rios. Nas lendas africanas ela é tida como filha de Olokum, deusa do mar. Mãe que criou muitos Orixás e considerada uma Grande Mãe.

Na Bahia, as festas se realizam no dia 02 de fevereiro no bairro do Rio Vermelho, com repercussão nacional.

Seus instrumentos são o abebé cor de prata e uma espada. Sua saudação espiritual é “Odoiyá!”
Outros textos que falam de Yemanjá (postados na seção de textos periódicos de nosso site – www.ippb.org.br): 377, 491, 584, e 596.

* Textos que falam de Francisco de Assis (postados na seção de textos periódicos de nosso site – www.ippb.org.br): 292 e 366.

* O programa “Viagem Espiritual” é apresentado pelo Prof. Wagner Borges – às 5as feiras, das 19h às 20h, na Rádio Mundial de São Paulo, 95.7 FM.

OBS.: O programa pode ser ouvido diretamente pelo site da Rádio Mundial, no mesmo dia e horário. O site da rádio é: www.radiomundial.com.br).

As gravações dos meses anteriores estão disponibilizadas na Rádio IPPB, dentro da seção de Multimídia do site. O endereço específico da Rádio IPPB no site é: http://www.ippb.org/multimidia@ippb.org/default.htm

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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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