Por Marcus Cesar Ferreira via Universus Ramatís
Vamos conversar um pouco sobre o Carnaval? Tema polêmico para os mais religiosos e até para os espiritualistas, mas sempre atual. Publicaremos 6 partes sobre o Carnaval no contexto do nosso tempo. Não vamos escrever da parte histórica de conhecimento geral sobre os deuses e os excessos da época, em relação as festas pagãs – populares, e inversões sociais.
PARTE I de VI :: O Carnaval
~oOo~ Série Pérolas no Carnaval ~oOo~
Pergunta:
“Nessa época, sinto falta de suas mensagens, você é proibido de trabalhar? Meu dirigente disse que só espírito obsessor fica nas pessoas agora, e que os médiuns deveriam não participar disso e nem das festas (mensagens astrais)”…
MCF.:
Não é bem assim não… sem generalizações por favor. O pior obsessor é o encarnado mesmo. Somos nós em excessos. Sempre os espíritos levam a culpa!
Carnaval ou não, comemorações ou festividades populares, é o excesso que te revela. Eu adoro curtir uma boa música, porque a dança ou musicalidade tem a capacidade da cura!
Gosto do bom vinho (na verdade, eu adoro!) e uma boa gelada, com amigos amados. Só até aqui, se você conseguiu ler – tenha certeza – eu já fui cancelado por muitos leitores…
É verdade, somos o que somos, no Carnaval ou fora do carnaval ninguém muda, é autorrevelação.
Pessoalmente, prefiro a paz dentro dentro de mim. Afasto-me dos ambientes que podem, ou poderiam me perturbar nos excessos de todos os tipos (entra o carnaval).
Aliás, tudo o que é excesso, será o caminho para quedas, na queda -, sofremos. No sofrimento -, adoecemos. E na doença -, recomeçamos do zero… até aprendermos melhores caminhos com muita ponderação e bom senso.
É como nadar contra a correnteza.
Eu não reprovo, jamais – os gostos e afinidades do momento. Eu não sou santo, não quero ser mesmo, e fujo de qualquer ambiente muito certinho demais.
Fujo das pessoas muito certinhas ou boazinhas (são frustradas) demais. Mas, são monstros do afeto em casa, com a esposa/namorada, no trabalho e com as pessoas ao seu redor!
Uma coisa eu sei, estou longe da perfeição pintada pelos religiosos, espíritas ou médiuns (não da doutrina espírita). Só vejo o espiritismo ou espiritualismo da hipocrisia.
A moralidade dentro de mim, as formas de amar a vida, o ambiente e pessoas, estão na minha consciência e, sempre na consciência de cada um de vocês leitores….
Prefiro acreditar em uma nova releitura sobre o Carnaval, sem excluir, claro, dos mórbidos excessos projetados pela própria psicosfera de encarnados e desencarnados nesta coesão de simpatia, euforia e sintonia. Depende do seu pensamento e ações, geralmente coletivos.
Enfim, curta os seus momentos de intimidade ou de coletividade, na paz! Brinque o carnaval com suas clássicas musiquinhas populares ou blocos com responsabilidade, integridade e autorrespeito.
Porque ninguém tem nada com isso. Só amor, admiração e respeito com o outro, independente do ambiente ou desejos – é o que importa!
Certo?
Uma coisa é ser fantoche e alienado no ambiente social (com tudo o que vocês conhecem), outra, é criar o cenário de alegria e harmonia nas relações humanas sem algemas impostas por você e pelos outros…
Prefira ser a imagem da criança inocente feliz em serpentinas, com vida social ao lado dos familiares, para não escolher a direção do ébrio caído em desgraças por sua imaturidade moral, quiçá espiritual.
Até a alegria harmônica, norteado pelo amor, também é uma prece!
~oOo~
Pérolas do Carnaval – parte I
Médium x Festividades:
Marcus Cesar Ferreira – MCF
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Carnaval | Excessos | Pessoas | Ambiente | Sempre | Parte | Populares | Somos | Dentro | Marcus
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Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
Ao comentar, você aceita nossos comunicados e ofertas conforme a LGPD. Se não concordar, não comente.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
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