A VIDA DE HELENA PETROVNA BLAVATSKY

A VIDA DE HELENA PETROVNA BLAVATSKY

“Quando Helena Petrovna Blavatsky encontrou pela primeira vez o seu instrutor, em Londres, em 1851, ele lhe disse, que como parte da preparação para um trabalho, que ele estava por começar – e em que necessitava da cooperação dela – Blavatsky teria que passar três anos no Tibete.

Em carta a alguém que havia perguntado porque ela tinha ido para lá, Blavatsky respondeu:

“Na verdade, não há, absolutamente, necessidade de ir ao Tibete ou à Índia para encontrar algum conhecimento e poder “que estão em estado latente em cada alma humana”; mas a aquisição desse conhecimento e desse poder mais elevados requer, não somente muitos anos do mais severo estudo iluminado por uma inteligência superior, e uma audácia que não se curva diante de nenhum perigo, mas também de retiro para uma relativa solidão e associação com estudantes que buscam os mesmos objetivos, num local onde a própria natureza preserve, como o neófito, uma completa tranquilidade e, se possível, total silêncio.

Onde o ar esteja livre por centenas de quilômetros de toda influência poluidora; onde a atmosfera e o magnetismo humano estejam absolutamente puros e nenhuma gota de sangue animal seja derramada”.

(…) “Para concluir esta narrativa sobre a vida e a influência de Helena Blavatsky, reproduzo algumas palavras dela própria, encontradas em sua mesa de trabalho depois que o seu corpo físico morreu, dia 8 de maio de 1891”:

“Há um caminho íngreme e cheio de espinhos, rodeado de perigos de todo o tipo – mas ainda assim um caminho; é ele que leva até o Coração do Universo. Posso dizer a vocês como encontrar aqueles que lhes mostrarão o único portal secreto, que conduz ao interior.

(…) Para aqueles que vencem, há uma recompensa de valor indescritível: o poder de abençoar e salvar a humanidade. Para aqueles que são derrotados, há outras vidas em que o êxito poderá ser alcançado”.

– Helena Petrovna Blavatsky – Trechos do livro, a biografia de “Helena Petrovna Blavatsky – A Vida e a Influência Extraordinária da Fundadora do Movimento Teosófico Moderno”.


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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