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A TELA ETÉRICA SEGUNDO JOSÉ LACERDA AZEVEDO

TELA ETÉRICA OU TELA BÚDICA segundo Dr. José Lacerda de Azevedo diz em sua obra “Espirito Matéria”:
Entre os chacras dos corpos astral e etérico existe um dos mais importantes órgãos de proteção do corpo físico do homem, ainda desconhecido pela maioria das pessoas. Trata-se da “tela búdica”, que evita a ação predatória de espíritos maléficos sobre o corpo físico das criaturas.
De natureza magnética, esta tela tem magnetismo extremamente compacto para o corpo astral dos espíritos, de modo à impedi-los de perpetrar danos ao organismo astral e físico das vítimas. Se, no entanto, conseguirem vencer essa barreira magnética – através de técnicas evoluídas e perseguição pertinaz – a vítima estará vencida e a morte sobrevirá facilmente, se assim quiserem seus perseguidores.
Isso acontece com bastante frequência em casos de magia negra; grandes focos de energia nefasta e penetrante são aplicados durante meses seguidos sobre a vítima, provocando câncer, doenças incuráveis e malefícios de toda ordem. Rompida a tela búdica, operadores encarnados normalmente não têm condições de refazê-la.
Somente espíritos superiores podem reconstruí-la dada a frequência vibratória de sua energia. Quando o espírito encarnado entra em contato com outros durante o sono, a barreira dessa tela é que impede as lembranças do encontro. Também a obsessão comum é contida, em muito, por essa barreira, pois o obsessor, via de regra, só tem possibilidade de agir indiretamente sobre o desafeto encarnado: por sugestão simples ou hipnótica, por indução ou envolvimento em campos magnéticos negativos.
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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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