Viagem Espiritual 2 II - Wagner Borges - técnica projetiva

7 DICAS PROJETIVAS

Edgar Cayce (1877- 1945) foi um dos maiores sensitivos americanos desse século. Homem de atitudes corretas e excelente índole, deu milhares de consultas espirituais em estado de transe e ajudou muita gente. Seu trabalho é muito respeitado até hoje. Tanto que há uma coleção de quatro livros intitulado “Coleção Edgar Cayce”, onde alguns pesquisadores, baseados em seus ensinamentos, trataram de assuntos como karma, reencarnação, poderes psíquicos, sonhos e outros. Esses livros são: o crescimento através da crise pessoal, despertando seus poderes psíquicos, reencarnação, e os sonhos.
No livro “os sonhos” o pesquisador Mark Thurston compilou alguns ensinamentos de Edgar sobre a projeção da consciência.

7 NORMAS DE PROCEDIMENTOS SOBRE A VIAGEM ASTRAL

1. Deixem que as experiências se manifestem comi decorrência natural da sintonia espiritual; evite forçá -las a acontecerem antes de se estar preparado. Estejamos simplesmente aberto a possibilidades.

2. Mantenha seu corpo físico no melhor estado de saúde.

3. O segredo da realização de experiências extracorpórea durante o sono é simples: a força básica e poderosa é o amor. Além disso, você pode garantir uma experiência positiva se seu compromisso for a busca da verdade, e não a diversão fantasiosa. Essa experiência extraordinária possui o potencial de mostrar-lhe, sem intermediários, a verdade mais profunda de sua natureza.

4. Meditar regularmente aumenta a probabilidade de experiência da projeção astral.

5. Se, ao adormecer, você sentir que poderá ter uma projeção astral consciente, cerque-se de luz.

6. Você poderá ouvir um ruído estranho em sua cabeça imediatamente antes de uma experiência extracorpórea.

7. Se você se encontrar em meio a uma projeção ou a um sonho lúcido, há uma regra principal a ser seguida: aja se acordo com seus ideais.

Texto extraído do livro Viagem Espiritual II (Wagner Borges) www.ippb.org.br


Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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