SUMÁRIO
Capítulo 1 – O chamado 18
Prefácio 19
Introdução – tudo se revela ao coração desperto 28
1. A aura e os campos vibracionais 36
1.1. O que é a aura: conceito e percepção 36
1.2. Cores, formas e densidades da aura 36
1.3. A leitura energética de ambientes 37
1.4. Aura e informações codificadas 38
1.5. Egrégoras e campos informacionais coletivos 39
2. Desenvolvimento ético da clarividência 41
2.1. Cosmoética e responsabilidade parapsíquica 41
2.2. Clarividência sem reforma íntima: riscos e desvios 42
2.3. Ego “espiritualizado” e fascínio parapsíquico 42
2.4. A importância do autoconhecimento lúcido 43
2.5. A visão como reflexo do ser interior 44
2.6. Todo julgamento é uma confissão 44
3. Dúvidas, perguntas, especulações 48
3.1. Ver espíritos é perigoso? Como me proteger? 48
3.2. O que fazer se eu vir algo assustador? 48
3.3. Meu filho diz que vê ‘pessoas’ que não vejo. O que devo fazer? 49
3.4. Por que tento as práticas e não vejo nada? 49
3.5. Qual a diferença entre um obsessor e uma forma-pensamento densa? 50
3.6. É preciso ser vegetariano para ser clarividente? 50
3.7. Toda clarividência é confiável? Como saber se é real ou imaginação? 51
3.8. O que fazer quando a clarividência causa medo ou ansiedade? 51
3.9. Como a moral e o estado emocional afetam a clarividência? 51
3.10. Existe clarividência negativa ou distorcida? 51
3.11.É possível desenvolver clarividência sem mediunidade ostensiva? 52
3.12. A pineal é realmente o “terceiro olho”? 52
3.13. Qual a diferença entre clarividência e intuição? 52
3.14. O que são parachacras e qual sua relação com a visão espiritual? 53
3.15. Clarividência pode ser induzida artificialmente (drogas, hipnose)? 53
3.16. Como diferenciar uma visão simbólica de uma percepção literal? 53
3.17. “Sonhos lúcidos” são formas de clarividência? 54
3.19. Eclosão da clarividência em crianças, educá-las espiritualmente? 54
3.20. Ver energias e campos é o mesmo que ver espíritos? 56
3.21. Clarividência pode ser usada em terapias e tratamentos? 56
3.22. É possível ver chacras ou auras de animais? Isso tem valor assistencial? 56
3.23. Existem contraindicações para o desenvolvimento da clarividência? 57
3.24. A clarividência pode cessar subitamente? Por quê? 57
3.25. Qual a relação entre a tela etérica e a clarividência? 57
3.26. Quais os sintomas de um bloqueio no chacra ajña? 58
4. Discernimento e honestidade espiritual 61
5. Cego, vidente e clarividente: três níveis da visão 62
Capítulo 2 – O mapa do invisível 67
1. Fundamentos da clarividência 68
1.1. Definição consciencial: além da paranormalidade 68
1.2. A clarividência como percepção multidensional 69
1.3. Diferença entre clarividência e devaneio 70
1.4. O que não é clarividência 70
1.5. Tipos de clarividência 76
2. Fenomenologia da clarividência 79
2.1. Flashes visuais e percepção de entidades 79
2.2. Formas-pensamento e campos mentais 79
2.3. Percepções simultâneas interplanares 80
2.4. Clarividência viajora e visualização remota 81
2.5. Clarividência em estado de transição (visão dupla e hipnagógica) 81
3. Clarividência no campo mediúnico e projetivo 85
3.1. Comunicação extrafísica e chacras envolvidos 85
3.2. Psicofonia e canais de percepção 85
3.3. Descoincidência parcial e dupla percepção 86
3.4. Clarividência em estado de transe e semiconsciência 86
3.5. Relatos projetivos e observações astrais diretas 87
4. Mitos sobre clarividência 89
4.1. Clarividência é um dom especial dado por Deus. 89
4.2. Clarividência é mediunidade. 89
4.3. Clarividência é ver o futuro / passado 89
4.4. Pessoas com clarividência são mais evoluídas. 89
4.5. Ver a aura ou espíritos é sempre sinal de clarividência. 90
4.6. Comer certos alimentos ativa o “terceiro olho”. 90
4.7. A clarividência é sempre nítida 90
4.8. Quem vê clarividentemente não se engana. 91
4.9. Clarividência só acontece durante meditações ou projeções. 91
4.10. Crianças com “amigo invisível” estão tendo clarividência. 91
5. Verdades sobre a clarividência 92
5.1. A clarividência é uma faculdade sutil da consciência – percepção extrassensorial. 92
5.2. Pode ser subjetiva ou objetiva. 92
5.3. Está ligada ao chacra frontal e à glândula pineal. 92
5.4. Pode ser ativada com práticas conscientes. 93
5.5. Requer cosmoética e responsabilidade. 93
5.6. Pode ser treinada e refinada. 94
5.7. É útil para assistência, diagnóstico e expansão de consciência. 94
5.8. Não substitui o discernimento nem o estudo. 95
5.9. Dois tipos extremos 95
Capítulo 3 – A travessia 99
1. Anatomia sutil e canais de percepção 100
1.1. Chacras e sua função na visão extrafísica 105
1.2. O chacra frontal (ajña) como centro clarividente 106
1.2.1. O trikuti-sattva e o foco da visão espiritual 107
1.3. Chacra cardíaco como filtro ético da visão 109
1.4. O papel dos nadis e da circulação prânica 110
1.5. Kundalini e suas implicações energéticas 111
1.6. Parachacras e percepção pós-desencarne 111
2. Práticas para ativação e estabilização 113
2.1. Técnicas bioenergéticas progressivas 113
2.2. Visualizações e mantras direcionados 113
2.3. Estados vibracionais e desbloqueio de chacras 116
2.4. Meditação ativa e silenciamento da mente 118
2.5. Diários de percepção e mapeamento da sinalética 118
3. Práticas bioenergéticas para o chacra frontal 120
3.1. Trataka – concentração no ponto fixo 120
3.2. Pranayama com foco no ajña 124
3.3. OLVE – Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias 125
3.4. Visualização com luz índigo 126
3.5. Mantra OM com foco entre as sobrancelhas 127
3.6. Autoanálise e introspecção 128
3.7. Projeção consciente com intenção de clarividência astral 129
3.8. Contemplação da natureza com foco consciente 130
3.9. Recordação do Eu Sou com foco na testa 131
3.10. Seta de luz protetora 131
3.11. Exteriorização de energia pelo terceiro olho 132
3.12. Luz do mentor espiritual no ajña 133
3.13. Mantra Shiva Netra – o olho de Shiva desperto 134
3.14. Sobre a prática ESTRELA PRÂNICA com Shiva Netra 137
13.15. Panorama técnico-energético 150
13.16. Convergências doutrinárias confiáveis 152
13.17. Principais divergências nas imagens on-line 154
13.18. Critérios para avaliar um diagrama 155
13.19. Exemplo de síntese iconográfica equilibrada 155
13.12. Mais detalhes 157
Imagens diversas da Estrela Prânica 164
Capítulo 4 – As sombras do caminho 169
1. Obstáculos, ilusões e distúrbios perceptivos 170
1.1. Cegueira parapsíquica e interferências internas 171
1.2. Clarividência forçada e danos energéticos 172
1.3. Ilusão, sugestão e parasitagens mentais 172
1.4. Influência de obsessores e formas plasmadas 173
1.5. Dificuldades comuns na diferenciação de planos 174
2. Parapsiquismo e autotriunfalismo: o perigo da ilusão de superioridade 175
2.1. O parapsiquismo e a construção de uma falsa segurança 175
2.2. Os perigos do autotriunfalismo 176
2.3. Como evitar a armadilha do autotriunfalismo? 177
Capítulo 5 – A ponte para o mundo denso 181
Introdução 182
1. Glândula pineal: entre a ciência, a nutrição e a espiritualidade 183
1.1. Anatomia, fisiologia e origem 183
1.2. Funções neuroendócrinas e antioxidantes 183
1.3. Calcificação: fatores e impactos 184
1.4. Nutrição: proteção e ativação pineal 185
1.5. Pineal e espiritualidade: evidência acadêmica 186
1.6. Mitos vs. Evidências 187
1.7. Integração para prática consciente 189
1.9. A glândula pineal – fontes mediúnicas 190
1.10. A glândula pineal na visão de André Luiz (espírito) 191
1.11. Função mediúnica e espiritual da pineal 194
1.12. A antecipação mediúnica e a validação acadêmica 195
1.13. Implicações no campo da espiritualidade 196
1.14. Comparação com pesquisas científicas 197
1.15. Conclusão: uma glândula entre mundos 198
1.16. Fontes mediúnicas utilizadas neste tópico 198
1.17. Resumo alimentos e glândula pineal 199
2. Perspectivas futuras e pesquisa consciencial 201
2.1. A clarividência como ciência do espírito 201
2.2. Contribuições da parapsicologia e do espiritismo 201
2.3. Clarividência aplicada: educação e terapias 203
2.4. A visão como ferramenta universalista 204
2.5. Rumos interdensionais da autopercepção 204
2.6. Clarividência e contato com o mundo espiritual 205
2.7. A presença de consciências desencarnadas 206
2.8. Clarividência como auxílio em sessões espirituais 206
2.9. Diferença entre visão espiritual e imaginação projetiva 207
2.10. Proteção energética e lucidez durante os contatos 208
2.11. O papel assistencial dos contatos extrafísicos 208
2.12. Clarividência infantil, terceiro olho e discernimento: entre a fascinação e o critério 209
3. A visão espiritual como caminho evolutivo 214
3.1. Clarividência como expansão da consciência 214
3.2. O olhar que desperta: espiritualidade prática 214
3.3. Ver para servir: assistência e universalismo 215
3.4. O clarividente como leitor das multidensidades 215
3.5. Integração entre percepção, ética e amor 216
3.6. Clarividência, compaixão e os animais 217
3.7. A percepção espiritual do sofrimento animal 218
3.8. Aura animal e empatia multidensional 219
3.9. Aprendizados evolutivos a partir da sensibilidade interespécie 220
3.10. Clarividência como ponte para a ética universalista 221
4. Conclusão 222
5. Apêndice – Sons e mantras para ativação energética 224
6. Glossário 228
6.1. Ajña (ou chacra frontal, frontochacra, terceiro olho) 228
6.2. Anímico (fenômeno) 229
6.3. Autoscopia – interna, projetiva e externa 229
6.4. Autotriunfalismo 232
6.5. Bioenergia 232
6.6. Cosmoética 233
6.7. Descoincidência (parcial) 233
6.8. Duplo Etérico 234
6.9. Egrégora 237
6.10. Holopensene 238
6.11. Estado Vibracional (E.V.) 240
6.12. OLVE ou MBE 240
6.13. Formas-pensamento 240
6.14. Multidensidades 241
6.15. Nadis 241
6.16. Parachacras 242
6.17. Psicometria 245
6.18. Psicossoma (ou corpo astral, perispírito) 245
6.19. Sinalética energética parapsíquica 246
6.20. Tela etérica 246
6.21. Psi-gamma 249
6.22. Psi-kappa 249
6.23. Ida 249
6.24. Pingala 249
6.25. Sushumna 250
6.26. Trikuti 250
6.27. Kundalini 250
6.28. Kuthasta 251
6.29. Shakti 252
6.30. Simulcognição 252
6.31. Estrela prânica 254
7. Referências gerais e fontes consultadas 257
8. Índice de tabelas e imagens 261
Dalton Campos Roque –
Espiritualidade sem religião, ética sem doutrina, reforma íntima sem evangelho, intelecto sem arrogância, bom humor sem puritanismo e música com consciência.
Escritores efêmeros, poetas eternos, pensadores conscienciais profundos, escritores da alma com bom humor avançado, sempre questionando paradigmas.
A convergência da ciência com o espiritualismo universalista.
Autores, poetas, cronistas, contistas, jornalistas do plano astral, médiuns, humoristas incorrigíveis que buscam a educação consciencial e e engenharia consciencial.
Site oficial 1: https://consciencial.org
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