Vem homem de pedra
Venha abraçar o seu amor
É o tigre ou força yang
Seu sorriso yin transforma o tigre em cordeiro
Seu olhar suave, brilhante e sutil faz o leão curvar-se de joelhos
Aquele peito duro de macho se dilata em doces energias
Nas pétalas que se tornam meigas no lótus do coração
A placa de mármore se desmancha
As lágrimas yang são beijadas pelas carícias yin
O amor cósmico se completa em comunhão divina
Juntos, pensamos em Deus e nos ofertamos:
_Deus, sinta nosso amor
_Nós o oferecemos
_Pai, sinta a reverência em minhas lágrimas humildes
Amo, amo, amo, amo…
Amo tanto que nem sei!
Amo a Deus, a vida, ao amor e a minha “Yin”
É uma reverência que se transforma em nós de silêncio em meu chacra laríngeo e em meu cardíaco.
Dalton – 16/05/2004
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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